Guia de plantas

Guzmânia

Guia completo de Guzmânia (Guzmania lingulata (L.) Mez): características, cultivo e informações da planta.

Guia completo com informações sobre características, cultivo e necessidades de Guzmânia.

Nome científico
Guzmania lingulata (L.) Mez
Categoria
Bromélia epífita ornamental
Outros nomes
Guzmânia-estrela, Bromélia-guzmânia, Estrela-escarlate

Conheça a planta

Nome popular principal
Guzmânia
Outros nomes populares
Guzmânia-estrela | Bromélia-guzmânia | Estrela-escarlate
Nome científico
Guzmania lingulata (L.) Mez
Família botânica
Bromeliaceae
Gênero
Guzmania
Espécie
Guzmania lingulata
Cultivar ou variedade
A ficha descreve a espécie; cultivares podem alterar cor, porte e floração.
Descrição curta
Bromélia epífita ornamental de roseta vertical, valorizada pela folhagem e pelo uso ornamental.
Característica mais marcante
Verde brilhante e roseta vertical.
Nível de popularidade
Muito popular no paisagismo e no cultivo doméstico.
Planta rara ou comum
Comum no comércio de plantas ornamentais.

Origem e habitat natural

País ou região de origem
Sudeste do México à América Tropical
Continente
América
Bioma natural
Floresta tropical úmida
Tipo de habitat
Epífita em troncos e ramos de florestas úmidas
Floresta, campo, deserto, montanha, brejo etc.
Epífita em troncos e ramos de florestas úmidas
Altitude onde ocorre
Baixas a médias altitudes tropicais
Clima de origem
Tropical úmido
Umidade do habitat
55% a 80%
Tipo de solo natural
Muito leve, orgânico e aerado
Planta nativa ou exótica no Brasil
A espécie ocorre naturalmente em partes do Brasil tropical
Distribuição geográfica
Ampla distribuição da América Tropical
Espécie ameaçada ou protegida
A espécie é ampla; não retirar plantas da natureza
Potencial invasor
Baixo potencial em cultivo

Tipo da planta

Árvore
Não, Guzmânia não é classificada como árvore.
Arbusto
Não, Guzmânia não é classificada como arbusto.
Subarbusto
Não, Guzmânia não é classificada como subarbusto.
Herbácea
É uma planta herbácea.
Trepadeira
Não, Guzmânia não é classificada como trepadeira.
Pendente
Não, Guzmânia não é classificada como pendente.
Rasteira
Não, Guzmânia não é classificada como rasteira.
Forração
Não, Guzmânia não é classificada como forração.
Palmeira
Não, Guzmânia não é classificada como palmeira.
Suculenta
Não, Guzmânia não é classificada como suculenta.
Cacto
Não, Guzmânia não é classificada como cacto.
Bulbosa
Não, Guzmânia não é classificada como bulbosa.
Rizomatosa
Não, Guzmânia não é classificada como rizomatosa.
Aquática
Não, Guzmânia não é classificada como aquática.
Epífita
Pode crescer como epífita, apoiada em outras plantas sem parasitá-las.
Carnívora
Não, Guzmânia não é classificada como carnívora.
Samambaia
Não, Guzmânia não é classificada como samambaia.
Orquídea
Não, Guzmânia não é classificada como orquídea.
Bromélia
É uma bromélia.
Frutífera
Não, Guzmânia não é classificada como frutífera.
Hortaliça
Não, Guzmânia não é classificada como hortaliça.
Erva aromática
Não, Guzmânia não é classificada como erva aromática.

Ciclo de vida

Anual
Não, é uma planta de vida longa.
Bienal
Não, não é bienal.
Perene
Sim, é perene.
Semiperene
Pode reduzir folhas sob estresse, mas normalmente é tratada como perene.
Decídua
Não é normalmente decídua.
Semidecídua
Normalmente mantém a folhagem, salvo estresse intenso.
Sempre-verde
Mantém folhas durante o ano em condições adequadas.
Tempo médio de vida
A roseta-mãe floresce uma vez e depois é substituída por filhotes
Velocidade de crescimento
Lento a moderado
Tempo para atingir o tamanho adulto
2 a 4 anos
Tempo para começar a florescer
2 a 4 anos
Época de dormência
Sem dormência rígida
Perde folhas em alguma estação
Não normalmente; folhas velhas caem de forma gradual.
Comportamento durante o inverno
Sem dormência rígida

Tamanho e crescimento

Altura mínima
20 cm
Altura máxima
60 cm
Largura mínima
25 cm
Largura máxima
60 cm
Tamanho quando cultivada em vaso
20 a 60 cm
Tamanho quando plantada no solo
Touceiras de 30 a 60 cm em ambiente adequado
Diâmetro da copa
Roseta de 25 a 60 cm
Comprimento dos ramos
Não forma ramos; produz filhotes laterais
Comprimento das raízes
Raízes curtas de fixação
Tamanho das folhas
Folhas de 20 a 50 cm
Tamanho das flores
Brácteas centrais de 15 a 40 cm
Tamanho dos frutos
Cápsulas pequenas
Porte pequeno, médio ou grande
Pequeno a médio
Crescimento vertical, lateral, pendente ou rasteiro
Roseta vertical

Folhas e folhagem

Cor das folhas
Verde brilhante
Variações de cor
Algumas variedades apresentam listras ou tons avermelhados
Formato das folhas
Longa, estreita e arqueada
Textura
Lisa e flexível
Brilhante ou fosca
Brilhante
Lisa, rugosa ou aveludada
Lisa
Espessura
Média
Presença de espinhos
Não possui espinhos.
Presença de pelos
Não possui pelos relevantes.
Folhagem variegata
A forma típica não é variegada; cultivares podem existir.
Mudança de cor durante o ano
Permanece verde o ano todo
Folhas aromáticas
Não possuem aroma marcante.
Folhas com seiva
Seiva não especialmente irritante, mas manusear com cuidado
Folhas sensíveis ao toque
Não apresentam resposta rápida ao toque.
Folhas comestíveis
Não são recomendadas para consumo.
Folhas tóxicas
Não são conhecidas como tóxicas em uso ornamental normal.

Flores e floração

Produz flores ou não
Sim, produz flores.
Cor das flores
Brácteas vermelhas, laranjas, amarelas ou rosadas; flores verdadeiras claras
Formato
Inflorescência central em forma de estrela ou lança
Tamanho
Brácteas centrais de 15 a 40 cm
Aroma
Discreto
Intensidade do perfume
Baixo
Época de floração
Pode ocorrer em qualquer época quando madura, com maior frequência no período quente
Duração da floração
Brácteas ornamentais por 2 a 5 meses
Duração de cada flor
Flores verdadeiras duram poucos dias
Frequência de floração
Uma vez por roseta
Floresce uma ou várias vezes por ano
Uma vez por roseta
Floresce dentro de casa
Sim, quando recebe luz e manejo adequados.
Idade aproximada da primeira floração
2 a 4 anos
Necessita de polinização
Por animais no habitat; não necessária para produção de filhotes
Polinizadores atraídos
Beija-flores e pequenos insetos, conforme região
Flor comestível
Não é recomendada para consumo.
Flor tóxica
Não é conhecida como altamente tóxica, mas não deve ser ingerida sem referência segura.
Como estimular a floração
Oferecer luz indireta forte por várias horas, temperatura de 18 °C a 28 °C e adubação equilibrada sem excesso de nitrogênio.
Motivos para não florescer
Pouca luz, planta jovem, frio, excesso de nitrogênio, raízes doentes ou estresse hídrico.

Frutos e sementes

Produz frutos
Sim, após polinização, embora possa ser raro em cultivo.
Tipo de fruto
Cápsula seca
Cor do fruto
Castanho na maturidade
Tamanho
Cápsulas pequenas
Época de frutificação
Após polinização
Fruto comestível
Não é recomendado para consumo.
Fruto tóxico
Não é conhecido como altamente tóxico, mas não é destinado ao consumo.
Possui sementes
Sim, quando ocorre frutificação.
Quantidade aproximada de sementes
Muitas sementes pequenas e leves
Tempo para germinar
Semanas a meses em alta umidade
Necessidade de estratificação
Não costuma exigir estratificação.
Necessidade de escarificação
Não costuma exigir escarificação.
Viabilidade das sementes
Melhor quando frescas
Atrai aves ou outros animais
Pode atrair beija-flores e insetos em cultivo externo

Clima ideal

Clima tropical
Sim, adapta-se ao clima tropical com manejo adequado.
Subtropical
Sim, adapta-se ao clima subtropical com manejo adequado.
Equatorial
Sim, adapta-se ao clima equatorial com manejo adequado.
Mediterrâneo
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições mediterrâneo.
Temperado
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições temperado.
Semiárido
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições semiárido.
Clima ideal principal
Tropical úmido
Temperatura mínima
Cerca de 16 °C para cultivo seguro; abaixo disso aumenta o risco de danos.
Temperatura máxima
Cerca de 30 °C com manejo adequado.
Faixa ideal de temperatura
18 °C a 28 °C
Tolerância ao calor
Tolera calor com umidade
Tolerância ao frio
Sensível abaixo de 12 a 15 °C
Tolerância à geada
Não tolera geada.
Tolerância à neve
Não tolera neve.
Tolerância a mudanças bruscas
Sensível a choques térmicos
Umidade ideal do ar
55% a 80%
Tolerância ao ar seco
Baixa tolerância prolongada
Tolerância ao vento
Evitar vento seco
Tolerância à maresia
Baixa tolerância à maresia direta
Zona climática
Regiões sem geada ou cultivo interno
Regiões brasileiras mais indicadas
Boa em regiões tropicais e subtropicais protegidas

Luz ideal

Sol pleno
Não é a condição indicada para Guzmânia.
Meia-sombra
Sim, meia-sombra pode ser adequada.
Sombra clara
Sim, sombra clara pode ser adequada.
Luz indireta forte
Sim, luz indireta forte pode ser adequada.
Luz indireta moderada
Não é a condição indicada para Guzmânia.
Baixa luminosidade
Não é a condição indicada para Guzmânia.
Quantidade ideal de horas de sol
Luz indireta forte por várias horas
Sol da manhã
Aceita sol fraco filtrado
Sol da tarde
Evitar
Pode receber sol direto
Somente fraco
Precisa de adaptação ao sol
Sim, qualquer aumento de sol deve ser gradual.
Tolera sombra
Tolera sombra clara, mas as brácteas podem perder cor
Sintomas de falta de luz
Roseta aberta, pouca cor e ausência de floração
Sintomas de excesso de sol
Folhas desbotadas e queimadas
Melhor posição dentro de casa
Perto de janela clara sem sol forte
Distância ideal da janela
0,5 a 1,5 m
Orientação da janela
Leste ou norte filtrada
Necessidade de luz artificial
Pode complementar por 10 a 12 horas

Como regar

Frequência média de rega
Manter pequena quantidade de água limpa no copo central e substrato apenas levemente úmido
Quantidade aproximada de água
Renovar a água da roseta e umedecer o substrato sem saturar
Como verificar se precisa regar
Observar o copo central e a secagem superficial
Profundidade de secagem antes da rega
2 a 3 cm no substrato
Manter úmido ou deixar secar
Roseta hidratada e raízes arejadas
Regar folhas ou apenas o substrato
Pode colocar água no copo central; renovar semanalmente
Melhor horário para regar
Manhã
Frequência no verão
Renovar o copo 1 a 2 vezes por semana
Frequência no inverno
Reduzir e evitar água fria parada
Frequência durante a floração
Regular e sem oscilações extremas
Frequência durante a dormência
Reduzir no frio
Tolera falta de água
Baixa a moderada
Tolera excesso de água
Baixa nas raízes
Sensibilidade ao encharcamento
Alta sensibilidade do substrato
Tipo de água ideal
Água de chuva, filtrada ou pouco mineralizada
Tolera água com cloro
Baixa a moderada tolerância
Tolera água dura
Baixa
Necessita de água da chuva ou filtrada
Recomendada
Sinais de pouca água
Folhas enroladas e pontas secas
Sinais de excesso de água
Base mole, odor e raízes escuras
Método de rega indicado
Água limpa na roseta e pouca água no substrato
Rega por cima
Água limpa na roseta e pouca água no substrato
Rega por baixo
Pouco indicada
Imersão
Não recomendada
Irrigação por gotejamento
Não indicado em vasos internos

Umidade do ambiente

Umidade relativa ideal
55% a 80%
Necessita de borrifação
Pode ser leve, com ventilação
Borrifar folhas é recomendado ou não
Pode ser leve, com ventilação
Necessita de umidificador
Útil
Pode usar bandeja com pedras
Pode ajudar
Tolera banheiro
Excelente com luz
Tolera ar-condicionado
Sensível ao jato direto
Tolera aquecedor
Evitar
Tolera ambiente seco
Baixa
Sinais de baixa umidade
Pontas secas e roseta desidratada
Sinais de umidade excessiva
Podridão quando há abafamento
Risco de fungos em alta umidade
Moderado

Solo para cultivo

Tipo de solo ideal
Muito leve, orgânico e aerado
Arenoso
Solo arenoso não é a condição principal recomendada.
Argiloso
Solo argiloso não é a condição principal recomendada.
Humoso
Pode se adaptar a solo humoso quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Calcário
Solo calcário não é a condição principal recomendada.
Ácido
Pode se adaptar a solo ácido quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Neutro
Solo neutro não é a condição principal recomendada.
Alcalino
Solo alcalino não é a condição principal recomendada.
Faixa ideal de pH
5,0 a 6,5
Solo fértil ou pobre
Baixa a moderada
Solo profundo ou superficial
Superficial
Necessidade de drenagem
Muito alta
Tolerância à compactação
Muito baixa
Tolerância ao solo úmido
Baixa nas raízes
Tolerância ao solo seco
Moderada por curto período
Tolerância à salinidade
Baixa
Necessidade de matéria orgânica
Moderada
Como preparar o local do plantio
Adicionar matéria orgânica e material grosso para aeração

Substrato para vasos

Receita de substrato ideal
40% casca de pinus fina, 30% fibra de coco, 20% perlita e 10% carvão
Percentual de terra vegetal
0%
Percentual de matéria orgânica
10%
Percentual de areia
0%
Percentual de perlita
20%
Percentual de casca de pinus
40%
Percentual de fibra de coco
30%
Percentual de carvão
10%
Percentual de húmus
0 a 5%
Granulometria
Média a grossa
Retenção de umidade
Média
Nível de drenagem
Muito alta
Nível de aeração
Muito alta
pH ideal
5,0 a 6,5
Misturas que devem ser evitadas
Terra comum compacta e substrato permanentemente molhado
Substrato comercial indicado
Substrato para bromélias ou orquídeas finas
Frequência de renovação do substrato
A cada 2 anos ou ao separar filhotes

Vaso ideal

Pode ser cultivada em vaso
Sim, adapta-se bem ao cultivo em vaso.
Tamanho mínimo do vaso
10 a 15 cm
Profundidade mínima
10 a 18 cm
Largura mínima
10 a 18 cm
Vaso alto ou raso
Pequeno e estável
Material mais indicado
Plástico ou cerâmica com muitos furos
Barro
Pode secar rápido
Plástico
Muito indicado
Cerâmica
Bom com furos
Cimento
Desnecessário
Autoirrigável
Não recomendado
Necessidade de furos
Obrigatórios
Quantidade de furos
Vários furos livres, distribuídos pela base.
Necessidade de camada de drenagem
Tela e substrato grosso
Necessidade de prato
Somente vazio
Pode deixar água no prato
Não; descarte toda a água após a rega.
Precisa de tutor
Não precisa de tutor em condições normais.
Precisa de suporte para trepar
Não precisa de suporte para trepar.
Quando trocar de vaso
Raízes expostas, vaso cheio ou substrato degradado
Tamanho do novo vaso
2 a 5 cm maior
Pode ficar com raízes apertadas
Tolera vaso pequeno
Risco de vaso grande demais
Alto risco de excesso de umidade

Raízes

Tipo de raiz
Raízes finas de fixação e absorção limitada
Raiz profunda ou superficial
Superficial
Raízes agressivas
Não são consideradas agressivas para estruturas.
Raízes delicadas
São delicadas e devem ser manuseadas com cuidado.
Raízes aéreas
Possui raízes aéreas.
Raiz tuberosa
Não possui raiz tuberosa verdadeira.
Rizoma
Não possui rizoma verdadeiro.
Bulbo
Não possui bulbo.
Estolões
Não produz estolões típicos.
Sensibilidade ao transplante
Sensível a raízes quebradas
Risco de quebrar calçadas
Baixo; o porte radicular não costuma quebrar calçadas.
Risco para tubulações
Baixo em cultivo ornamental comum.
Espaço mínimo para plantio
30 a 50 cm
Pode ser cultivada perto de muros
Seguro próximo a estruturas
Sinais de raízes apodrecidas
Raízes escuras, moles, com mau cheiro e fácil desprendimento.
Sinais de raízes apertadas
Raízes circulando o vaso, deformação, secagem rápida e crescimento parado.

Adubação

Necessidade de adubação
Baixa
Frequência
A cada 45 a 60 dias em dose muito diluída
Melhor época
Primavera e verão
Adubo orgânico indicado
Húmus ou composto bem estabilizado
Adubo mineral indicado
Equilibrado e completo
Formulação NPK
Equilibrado em um quarto da dose
Adubo para crescimento
Equilibrado
Adubo para floração
Com fósforo e potássio equilibrados, sem exagero
Adubo para frutificação
Não é objetivo ornamental
Quantidade recomendada
Metade da dose recomendada
Adubação líquida ou sólida
Líquida diluída ou lenta
Adubação foliar
Pode ser muito diluída, evitando acúmulo no copo
Húmus de minhoca
Indicado em pouca quantidade
Bokashi
Indicado com cautela
Esterco curtido
Somente muito curtido
Farinha de ossos
Opcional e em dose mínima
Torta de mamona
Evitar com pets
Osmocote ou adubo de liberação lenta
Boa opção
Quando suspender a adubação
Após floração, no frio ou com planta estressada
Sensibilidade ao excesso de adubo
Muito alta
Sinais de falta de nutrientes
Folhas claras e pouca floração
Sinais de excesso de nutrientes
Queimadura nas pontas e crosta branca

Como plantar

Melhor época para plantar
Primavera e verão
Plantio em vaso
Usar vaso com furos e 40% casca de pinus fina, 30% fibra de coco, 20% perlita e 10% carvão.
Plantio no jardim
Escolher local com luz indireta forte por várias horas e solo muito leve, orgânico e aerado.
Profundidade de plantio
Base da roseta acima do substrato
Distância entre mudas
30 a 50 cm
Espaçamento recomendado
30 a 50 cm
Preparo da cova
Adicionar matéria orgânica e material grosso para aeração
Necessidade de tutor
Não é necessário na maioria dos casos.
Necessidade de cobertura morta
Não cobrir a base
Cuidados nos primeiros dias
Manter em luz adequada, proteger de extremos e controlar a umidade sem encharcar.
Tempo de adaptação
3 a 6 semanas
Pode ser transplantada
Sim, com cuidado para preservar raízes.
Melhor horário para plantar
Fim da tarde ou manhã fresca.
Cuidados depois do transplante
Evitar adubo imediato, sol excessivo e rega em excesso.

Replantio e transplante

Frequência de replantio
Apenas ao separar filhotes ou degradar o substrato
Melhor época para replantar
Primavera e verão
Sinais de que precisa trocar de vaso
Raízes expostas, vaso cheio ou substrato degradado
Como retirar do vaso
Regar levemente no dia anterior, apoiar o torrão e retirar sem puxar pelas folhas.
Pode cortar raízes
Somente raízes mortas
Quanto aumentar o tamanho do vaso
Pouco ou nenhum aumento
Cuidados depois da troca
Manter em local protegido, regar com moderação e observar sinais de apodrecimento.
Tempo sem adubar após o replantio
4 a 6 semanas
Tempo sem sol direto
1 a 2 semanas
Risco de choque de transplante
Moderado
Como recuperar após o transplante
Estabilizar luz e temperatura, evitar excesso de água e remover apenas partes realmente mortas.

Poda

Precisa de poda
Apenas limpeza
Tipo de poda
Retirar folhas secas e inflorescência velha
Poda de limpeza
Folhas secas e haste após perder a cor
Poda de formação
A roseta produz filhotes após a floração
Poda de manutenção
Separar filhotes quando tiverem um terço a metade do tamanho da mãe
Poda de floração
Remover flores ou hastes secas quando não houver interesse em sementes.
Poda de rejuvenescimento
Pode ser feita gradualmente em plantas adultas, sem remover toda a folhagem de uma vez.
Melhor época
Qualquer época quente
Partes que podem ser removidas
Folhas secas e haste após perder a cor
Partes que não devem ser cortadas
Filhotes jovens e centro da roseta
Altura segura para corte
Pecíolo rente à base
Pode cortar folhas amarelas
Sim, cortar com ferramenta limpa junto à base ou ao ponto saudável.
Pode remover flores secas
Sim, isso melhora a aparência e reduz gasto de energia.
Necessita de ferramenta esterilizada
Sim, limpar a lâmina antes e depois.
Seiva irritante durante a poda
Não é especialmente irritante, mas luvas e higiene continuam recomendadas.
Como estimular ramificações
A roseta produz filhotes após a floração
Como controlar o tamanho
Separar filhotes quando tiverem um terço a metade do tamanho da mãe

Como fazer mudas

Sementes
Sim, sementes pode ser utilizada.
Estacas de caule
Não é um método indicado para Guzmânia.
Estacas de folhas
Não é um método indicado para Guzmânia.
Divisão de touceira
Sim, divisão de touceira pode ser utilizada.
Separação de brotos
Sim, separação de brotos pode ser utilizada.
Rizomas
Não é um método indicado para Guzmânia.
Bulbos
Não é um método indicado para Guzmânia.
Filhotes
Sim, filhotes pode ser utilizada.
Alporquia
Não é um método indicado para Guzmânia.
Mergulhia
Não é um método indicado para Guzmânia.
Enxertia
Não é um método indicado para Guzmânia.
Propagação na água
Não é um método indicado para Guzmânia.
Propagação no substrato
Sim, propagação no substrato pode ser utilizada.
Melhor época
Primavera e verão
Tempo médio para enraizar
4 a 12 semanas
Temperatura ideal
22 °C a 28 °C
Necessidade de hormônio enraizador
Não necessário
Taxa de dificuldade
Fácil a intermediária
Passo a passo resumido
Esperar filhote atingir bom tamanho, separar com raízes e plantar em vaso pequeno e aerado
Quando transferir a muda
Diretamente para vaso pequeno
Tempo até virar planta adulta
2 a 4 anos

Pragas

Cochonilha
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Pulgão
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Ácaro
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Tripes
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Mosca-branca
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Lesma
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Caracol
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Lagarta
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Formiga
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Fungus gnat
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Nematóide
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Broca
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Pragas mais comuns da espécie
Cochonilhas, ácaros e tripes
Partes atacadas
Folhas, brotos, pecíolos, caules e raízes, conforme a praga.
Sintomas
Pontuações, manchas, teias, melada, deformação, perda de vigor ou insetos visíveis.
Como confirmar a infestação
Examinar frente e verso das folhas, axilas, base e substrato com boa luz.
Tratamento caseiro seguro
Isolar, remover manualmente e lavar; sabão inseticida próprio pode ser usado conforme rótulo.
Tratamento biológico
Óleo hortícola ou agentes biológicos registrados, respeitando a espécie e o rótulo.
Tratamento químico
Somente produto registrado para a praga e cultura ornamental, seguindo rótulo e segurança.
Como prevenir
Quarentena de plantas novas, ventilação, limpeza e inspeção frequente.
Frequência de inspeção
Semanal; duas vezes por semana durante surtos.

Doenças

Podridão de raízes
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Fungos nas folhas
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Oídio
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Ferrugem
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Antracnose
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Mancha foliar
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Míldio
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Bacteriose
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Vírus
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Podridão do caule
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Doenças mais comuns
Podridão da roseta e das raízes
Sintomas
Manchas, amarelecimento, tecidos moles, odor, queda de folhas e crescimento parado.
Causa provável
Excesso de água, substrato contaminado, pouca ventilação, frio ou ferimentos.
Forma de transmissão
Água, ferramentas, substrato, insetos ou contato com plantas contaminadas.
Tratamento
Corrigir manejo, remover partes doentes e aplicar produto registrado apenas quando necessário.
Partes que precisam ser removidas
Tecidos moles, pretos ou com lesões em expansão, cortados até tecido saudável.
Necessidade de isolamento
Sim, quando houver suspeita de praga, bactéria, vírus ou fungo contagioso.
Prevenção
Substrato drenante, ferramenta limpa, ventilação e rega no momento correto.
Possibilidade de recuperação
Boa quando o problema é identificado cedo e ainda existem raízes ou caules saudáveis.

Diagnóstico pelas folhas

Folhas amarelas
Excesso de água, envelhecimento natural, frio ou deficiência nutricional.
Pontas secas
Ar seco, sais na água, rega irregular ou excesso de adubo; pontas secas e roseta desidratada.
Bordas queimadas
Sol forte, adubo concentrado, água salina ou baixa umidade.
Folhas enroladas
Sede, calor, baixa umidade, frio ou pragas.
Folhas murchas
Substrato seco, raízes sem oxigênio ou choque térmico.
Folhas caindo
Estresse hídrico, frio, mudança de local ou raízes danificadas.
Folhas transparentes
Excesso de água, frio ou ruptura celular.
Folhas escurecidas
Podridão, frio, queimadura ou tecido envelhecido.
Folhas com manchas
Fungo, bactéria, praga, gota fria, sol ou contato com produto.
Folhas pequenas
Pouca luz, pouca nutrição ou vaso muito apertado; roseta aberta, pouca cor e ausência de floração.
Folhas desbotadas
Excesso de sol, deficiência ou envelhecimento.
Folhas rasgadas
Dano mecânico, vento, transporte ou baixa umidade durante abertura.
Crescimento deformado
Pragas sugadoras, dano no broto, excesso de sais ou estresse.
Perda da variegação
Pouca luz, reversão genética ou brotos inteiramente verdes.
Causa provável
Comparar umidade do substrato, raízes, luz, temperatura e presença de pragas antes de tratar.
Como diferenciar falta e excesso de água
Na falta, o substrato está seco e leve; no excesso, permanece úmido, pesado e pode ter odor.
Solução recomendada
Ajustar rega para: manter pequena quantidade de água limpa no copo central e substrato apenas levemente úmido; manter luz indireta forte por várias horas e verificar raízes.
Tempo esperado de recuperação
De 2 a 8 semanas após corrigir a causa; folhas danificadas não voltam ao normal.

Problemas e diagnóstico

Planta não cresce
Verificar luz, temperatura, raízes e nutrientes; o crescimento natural é lento a moderado.
Planta cresce estiolada
Falta de luz; oferecer gradualmente luz indireta forte por várias horas.
Planta inclina para um lado
Crescimento em direção à luz; girar o vaso periodicamente e melhorar a iluminação.
Planta não floresce
Pode ser jovem, receber pouca luz ou adubo inadequado; a primeira floração ocorre em 2 a 4 anos.
Botões caem antes de abrir
Oscilação de água, frio, calor, pragas ou mudança brusca.
Flores duram pouco
Calor intenso, sol excessivo, ar seco ou fim natural da floração.
Caule mole
Alerta para excesso de água e podridão; verificar imediatamente.
Caule escuro
Pode indicar necrose, frio ou podridão.
Raízes pretas
Provável podridão por falta de oxigênio.
Mau cheiro no substrato
Indica decomposição anaeróbia ou raízes apodrecidas.
Presença de mofo
Excesso de umidade, matéria orgânica em decomposição e pouca ventilação.
Planta caiu ou tombou
Vaso leve, raízes danificadas, crescimento desequilibrado ou tutor insuficiente.
Planta está perdendo folhas
Analisar frio, sede, encharcamento, mudança de local e pragas.
Plano de recuperação
Isolar, verificar raízes, cortar podridão, replantar em substrato adequado e estabilizar luz e temperatura.
Grau de urgência
Alto se houver tecido mole, odor ou raízes pretas; moderado em sintomas secos e estáveis.
Chance de recuperação
Boa enquanto houver tecido firme e raízes saudáveis.

Cultivo dentro de casa

Indicada para ambientes internos
Sim, desde que a necessidade de luz seja atendida.
Nível de dificuldade dentro de casa
Intermediária
Local ideal
Perto de janela clara sem sol forte
Sala
Pode ficar em sala, desde que receba luz indireta forte por várias horas e ventilação.
Quarto
Pode ficar em quarto, desde que receba luz indireta forte por várias horas e ventilação.
Cozinha
Pode ficar em cozinha, desde que receba luz indireta forte por várias horas e ventilação.
Banheiro
Pode ficar em banheiro, desde que receba luz indireta forte por várias horas e ventilação.
Escritório
Pode ficar em escritório, desde que receba luz indireta forte por várias horas e ventilação.
Varanda fechada
Pode ficar em varanda fechada, desde que receba luz indireta forte por várias horas e ventilação.
Distância da janela
0,5 a 1,5 m
Necessidade de ventilação
Boa circulação de ar, sem corrente fria ou vento forte.
Tolera ar-condicionado
Sensível ao jato direto
Tolera baixa luz
Moderada
Necessita de rotação do vaso
Girar um quarto de volta a cada 1 ou 2 semanas ajuda no crescimento uniforme.
Pode ficar perto de eletrônicos
Sim, sem bloquear ventilação e longe de calor direto ou água derramada.
Pode ficar em quarto de criança
Sim, com cuidados normais e sem incentivar ingestão.
Suja muito o ambiente
Não; exige apenas retirada de folhas ou flores velhas.
Solta folhas, flores ou frutos
Pode soltar partes velhas de forma gradual.
Possui cheiro forte
Sem perfume marcante

Cultivo no jardim

Indicada para jardim
Boa em jardins tropicais de sombra e em árvores, sem retirar da natureza
Solitária ou em grupo
Pode ser usada isolada ou em grupos, conforme porte.
Forração
Não é a principal indicação como forração.
Cerca-viva
Não é indicada como cerca-viva formal.
Maciço
Pode formar maciços ornamentais em clima adequado.
Canteiro
Pode ser cultivada em canteiro com solo e luz corretos.
Jardim tropical
Muito adequada.
Jardim seco
Não é indicada para jardim seco sem irrigação.
Jardim de sombra
Adequada.
Jardim vertical
Pode ser utilizada.
Jardim de inverno
Adequada com luz e temperatura corretas.
Jardim de pedras
Não é indicada para local muito seco.
Margem de lago
Pode ficar próxima, sem raízes encharcadas.
Espaçamento
30 a 50 cm
Combinações com outras plantas
Vriesea, neoregelia e outras bromélias de roseta
Resistência à chuva
Tolera chuva se o solo drenar rapidamente.
Resistência ao vento
Evitar vento seco
Resistência à geada
Não tolera geada.
Necessidade de manutenção
Intermediária; inspeção semanal e manejo conforme estação.

Toxicidade e segurança

Tóxica para humanos
Não é conhecida como tóxica nas condições ornamentais usuais; ainda assim não deve ser ingerida.
Tóxica para cães
Não é conhecida como tóxica nas condições ornamentais usuais; ainda assim não deve ser ingerida.
Tóxica para gatos
Não é conhecida como tóxica nas condições ornamentais usuais; ainda assim não deve ser ingerida.
Tóxica para aves
Evitar ingestão excessiva
Tóxica para cavalos
Não indicada como alimento
Parte tóxica da planta
Nenhuma parte é recomendada para consumo
Folha
Sem toxicidade relevante conhecida.
Flor
Sem toxicidade relevante conhecida.
Fruto
Não destinado ao consumo.
Semente
Não oferecer para ingestão.
Caule
Sem toxicidade relevante conhecida.
Seiva
Seiva não especialmente irritante, mas manusear com cuidado
Raiz
Não destinada ao consumo; pode conter os mesmos compostos da planta.
Gravidade da toxicidade
Baixa
Sintomas de contato
Folhas podem causar irritação mecânica leve
Sintomas de ingestão
Possível desconforto digestivo inespecífico
Irrita a pele
Baixo risco, mas lave a pele após manuseio.
Irrita os olhos
Evitar contato; enxaguar se ocorrer.
Possui espinhos
Não possui espinhos.
Pode causar alergia
Baixo potencial
Segura para crianças
Considerada de baixo risco, mas não permitir ingestão.
Segura para pets
Considerada de baixo risco para cães e gatos, sem incentivar mastigação.
Cuidados no manuseio
Usar luvas em poda, lavar mãos e manter partes cortadas longe de crianças e animais.

Uso alimentar

Planta comestível
Não é planta alimentícia e não deve ser ingerida.
Partes comestíveis
Nenhuma parte é recomendada para consumo.
Forma de consumo
Não se aplica.
Crua ou cozida
Não consumir.
Necessita de preparo específico
Não se aplica; não consumir.
Possui partes tóxicas
Não é considerada altamente tóxica, mas não é alimento
Sabor
Não provar.
Aroma
Sem perfume marcante
Uso culinário
Não possui uso culinário doméstico seguro.
Valor nutricional geral
Não se aplica ao cultivo ornamental.
Restrições de consumo
Não ingerir sem identificação botânica e fonte alimentar confiável.
Quantidade segura
Não há quantidade doméstica segura estabelecida.
Não confundir com espécies tóxicas
Confirmar o nome científico antes de qualquer uso; nomes populares podem se repetir.

Uso medicinal e tradicional

Uso tradicional
Sem uso doméstico recomendado
Parte utilizada
Não recomendar nenhuma parte para automedicação.
Forma de preparo
Não preparar remédios caseiros sem orientação profissional.
Chá
Não recomendado.
Infusão
Não recomendada.
Decocção
Não recomendada.
Uso tópico
Não recomendado sem avaliação de segurança.
Compostos conhecidos
Não é considerada altamente tóxica, mas não é alimento
Evidência científica disponível
Limitada ou insuficiente para recomendar uso doméstico seguro.
Benefícios estudados
Dados botânicos ou farmacológicos não equivalem a eficácia clínica comprovada.
Riscos
Possível desconforto digestivo inespecífico
Contraindicações
Evitar em crianças, gestantes, lactantes, pets e pessoas sensíveis sem orientação médica.
Interações com medicamentos
Não estão adequadamente estabelecidas; não combinar por conta própria.
Uso durante gravidez
Não recomendado.
Uso durante amamentação
Não recomendado.
Uso infantil
Não recomendado.
Alerta de que não substitui tratamento médico
Não substitui diagnóstico, tratamento ou acompanhamento profissional.

Perfume e características

Possui perfume
Sem perfume marcante
Parte perfumada
Flores, quando apresentam aroma.
Tipo de aroma
Discreto
Intensidade
Baixo
Horário em que exala mais perfume
Pode variar; flores noturnas tendem a intensificar o aroma no fim do dia.
Perfume durante a floração
Discreto
Aroma das folhas quando amassadas
Não é recomendado amassar folhas para testar aroma.
Pode causar incômodo em ambiente fechado
Baixo na maioria dos casos; pessoas sensíveis devem observar reações.
Atrai insetos por causa do aroma
Beija-flores e pequenos insetos, conforme região

Relação com a natureza

Atrai abelhas
Pode atrair quando floresce ao ar livre.
Atrai borboletas
Pode atrair ocasionalmente, dependendo das flores e região.
Atrai beija-flores
Pode atrair.
Atrai pássaros
Pode oferecer abrigo; frutos raros podem atrair fauna.
Atrai morcegos
Não é uma atração principal.
Atrai insetos benéficos
Beija-flores e pequenos insetos, conforme região
Planta hospedeira de lagartas
Não é amplamente conhecida como hospedeira principal.
Oferece alimento para animais
Pode oferecer água e abrigo a pequenos organismos e atrair polinizadores
Oferece abrigo
Folhagem pode oferecer abrigo a pequenos animais em jardins.
Ajuda na biodiversidade
Pode contribuir em jardins diversificados, preferindo espécies nativas locais.
Pode prejudicar espécies nativas
Baixo potencial em cultivo
Polinização pelo vento
Não é o principal mecanismo.
Polinização por animais
Por animais no habitat; não necessária para produção de filhotes

Dificuldade de cultivo

Muito fácil
Não é classificada principalmente como muito fácil.
Fácil
Não é classificada principalmente como fácil.
Intermediária
Sim, o nível pode ser considerado intermediária.
Difícil
Não é classificada principalmente como difícil.
Especialista
Não é classificada principalmente como especialista.
Tolerância a erros
Moderada; erros repetidos causam danos.
Necessidade de atenção
Moderada, com observação de luz e umidade.
Frequência de manutenção
Inspeção semanal e cuidados conforme secagem e crescimento.
Indicada para iniciantes
Sim.
Principal erro de quem cultiva
Encharcar as raízes ou deixar água velha na roseta
Principal segredo para ter sucesso
Água limpa no copo, substrato muito aerado e luz indireta forte
Tempo semanal aproximado de cuidado
10 a 20 minutos por semana

Calendário de cuidados

Rega
Ano todo conforme secagem; aumentar no calor ativo e reduzir no frio.
Adubação
Primavera e verão; suspender ou reduzir no período frio.
Poda
Qualquer época quente
Plantio
Primavera e verão
Replantio
Primavera e verão
Propagação
Primavera e verão
Floração
Pode ocorrer em qualquer época quando madura, com maior frequência no período quente
Frutificação
Após polinização
Dormência
Sem dormência rígida
Proteção contra frio
Proteger quando a temperatura se aproximar de 16 °C.
Proteção contra calor
Tolera calor com umidade
Controle de pragas
Inspeção semanal durante todo o ano, intensificando no calor e tempo seco.
Mudança de local
Fazer gradualmente, preferindo primavera ou período de temperatura estável.

Pode ou não pode?

Pode ficar no sol?
Somente fraco
Pode ficar na sombra?
Tolera sombra clara, mas as brácteas podem perder cor
Pode ficar dentro de casa?
Sim, se receber a luz necessária.
Pode ficar no quarto?
Sim, com boa luz.
Pode ficar no banheiro?
Excelente com luz
Pode ficar na varanda?
Sim, desde que luz, chuva, vento e frio estejam dentro da tolerância.
Pode pegar chuva?
Sim, quando o substrato drena rápido e não permanece saturado.
Pode pegar vento?
Evitar vento seco
Pode receber borrifação?
Pode ser leve, com ventilação
Pode usar prato embaixo?
Sim para proteger a superfície, mas deve permanecer vazio.
Pode ficar perto de pets?
Sim, embora mastigação deva ser evitada.
Pode ser cultivada em água?
Não é indicada para cultivo permanente em água.
Pode ser cultivada em vaso?
Sim.
Pode ser plantada no chão?
Sim, se o clima, luz e solo forem adequados.
Pode podar?
Apenas limpeza
Pode cortar raízes?
Somente raízes mortas
Pode usar borra de café?
Não diretamente; pode compactar e acidificar de forma imprevisível.
Pode usar casca de ovo?
Não como correção imediata; compostada e triturada tem efeito lento e incerto.
Pode usar adubo químico?
Sim, em dose adequada e com substrato úmido.

Cuidados rápidos

Luz ideal
Luz indireta forte por várias horas
Rega
Manter pequena quantidade de água limpa no copo central e substrato apenas levemente úmido
Umidade
55% a 80%
Temperatura
18 °C a 28 °C
Substrato
40% casca de pinus fina, 30% fibra de coco, 20% perlita e 10% carvão
Adubação
A cada 45 a 60 dias em dose muito diluída
Dificuldade
Intermediária
Toxicidade
Não é considerada altamente tóxica, mas não é alimento
Tamanho adulto
20 cm a 60 cm, conforme ambiente.
Crescimento
Lento a moderado
Floração
Pode ocorrer em qualquer época quando madura, com maior frequência no período quente
Ambiente ideal
Perto de janela clara sem sol forte

Erros comuns

Regar por calendário
Erro: a rega deve seguir a secagem real do substrato.
Usar vaso sem furos
Erro grave: aumenta muito o risco de podridão.
Deixar água no prato
Erro: esvaziar após cada rega.
Colocar diretamente no sol
Erro quando não há adaptação; aumentar a exposição gradualmente.
Cultivar em local escuro
Erro: tolerar pouca luz não significa viver sem luz.
Borrifar uma planta que não gosta
Observar a espécie; para Guzmânia, pode ser leve, com ventilação.
Usar substrato compacto
Erro: usar 40% casca de pinus fina, 30% fibra de coco, 20% perlita e 10% carvão.
Adubar planta doente
Erro: primeiro corrigir raízes, água, luz e pragas.
Trocar de vaso com frequência
Erro: replantar apenas quando necessário.
Usar vaso muito grande
Alto risco de excesso de umidade
Não observar pragas
Erro: examinar folhas, axilas e substrato semanalmente.
Confundir dormência com morte
Atenção: sem dormência rígida.

Curiosidades

Significado do nome científico
O gênero homenageia o naturalista espanhol Anastasio Guzmán.
História da descoberta
A espécie foi descrita cientificamente e hoje é aceita como Guzmania lingulata (L.) Mez.
Significado cultural
É valorizada como ornamental e pode ter significados populares que variam por região.
Simbolismo
O simbolismo depende da cultura e não representa uma propriedade botânica.
Uso religioso ou tradicional
Existem usos culturais locais; eles não comprovam segurança medicinal ou alimentar.
Recordes de tamanho
No habitat ou no solo pode atingir 60 cm.
Comportamentos curiosos
Apresenta crescimento roseta vertical e adaptações ao seu habitat natural.
Mudanças ao longo do dia
Folhas e flores podem alterar posição conforme luz, temperatura e água.
Origem do nome popular
O nome “Guzmânia” surgiu pela aparência ou pelo uso cultural e pode variar regionalmente.
Variedades famosas
Existem cultivares selecionadas por cor, porte, folhagem ou floração.
Curiosidades sobre flores, folhas ou frutos
Inflorescência central em forma de estrela ou lança e longa, estreita e arqueada são características marcantes.

Plantas parecidas

Parecida com quais plantas
Vriesea, neoregelia e outras bromélias de roseta
Como diferenciar de espécies semelhantes
Confirmar longa, estreita e arqueada, hábito roseta vertical, raízes e inflorescência.
Planta frequentemente confundida
Vriesea, neoregelia e outras bromélias de roseta
Diferença entre variedades
Variedades podem mudar cor, tamanho, forma da folha e intensidade de crescimento.
Qual variedade cresce mais
Cultivares verdes e vigorosos costumam crescer mais que formas muito variegadas.
Qual floresce mais
Depende da cultivar, maturidade, luz, temperatura e adubação equilibrada.
Qual é mais resistente
Formas verdes geralmente toleram melhor variações que cultivares muito variegadas.
Qual é mais adequada para interiores
Cultivares compactas e adaptadas à luz indireta são mais práticas.

Dados e confiabilidade

Data da última atualização
31 de julho de 2026
Fonte das informações
Kew Plants of the World Online; literatura de Bromeliaceae; guias técnicos de bromélias
Autor ou revisor
Conteúdo técnico estruturado para o Super Guia das Plantas; recomenda-se revisão botânica antes da publicação em massa.
Nível de confiança da informação
Alta para taxonomia e origem; moderada a alta para manejo
Informações baseadas em experiência prática
Frequências de rega, adubação e manutenção são referências práticas e devem ser ajustadas ao ambiente.
Informações baseadas em literatura científica
Taxonomia, distribuição nativa e hábito foram priorizados a partir de bases botânicas.
Nome científico aceito atualmente
Guzmania lingulata (L.) Mez
Sinônimos botânicos
Tillandsia lingulata L. | Caraguata lingulata (L.) Lindl.
Identificador em base botânica
Urn:lsid:ipni.org:names:115161-2
Região usada como referência para os cuidados
Brasil, com atenção especial a cultivo doméstico e diferenças entre regiões.
Observação de que o cultivo muda conforme o clima
Rega, luz, crescimento e floração variam com temperatura, umidade, estação, vaso e microclima.