Guia de plantas

Espada-de-são-jorge

Guia completo de Espada-de-são-jorge (Dracaena trifasciata (Prain) Mabb.): características, cultivo e informações da planta.

Guia completo com informações sobre características, cultivo e necessidades de Espada-de-são-jorge.

Nome científico
Dracaena trifasciata (Prain) Mabb.
Categoria
Herbácea rizomatosa ornamental
Outros nomes
Sanseviéria, Língua-de-sogra, Espada-de-santa-bárbara

Conheça a planta

Nome popular principal
Espada-de-são-jorge
Outros nomes populares
Sanseviéria | Língua-de-sogra | Espada-de-santa-bárbara
Nome científico
Dracaena trifasciata (Prain) Mabb.
Família botânica
Asparagaceae
Gênero
Dracaena
Espécie
Dracaena trifasciata
Cultivar ou variedade
A ficha descreve a espécie; cultivares podem alterar cor, porte e floração.
Descrição curta
Herbácea rizomatosa ornamental de vertical e lateral por rizomas, valorizada pela folhagem e pelo uso ornamental.
Característica mais marcante
Verde com faixas transversais; cultivares podem ter bordas amarelas e vertical e lateral por rizomas.
Nível de popularidade
Muito popular no paisagismo e no cultivo doméstico.
Planta rara ou comum
Comum no comércio de plantas ornamentais.

Origem e habitat natural

País ou região de origem
Sul da Nigéria à África tropical centro-ocidental e Tanzânia
Continente
África
Bioma natural
Trópicos sazonalmente secos
Tipo de habitat
Bosques secos, áreas rochosas e bordas de vegetação
Floresta, campo, deserto, montanha, brejo etc.
Bosques secos, áreas rochosas e bordas de vegetação
Altitude onde ocorre
Baixas a médias altitudes tropicais
Clima de origem
Tropical sazonalmente seco a subtropical protegido
Umidade do habitat
30% a 60%
Tipo de solo natural
Arenoso, mineral e bem drenado
Planta nativa ou exótica no Brasil
Exótica amplamente cultivada e naturalizada
Distribuição geográfica
Nativa da África tropical e introduzida em muitos países
Espécie ameaçada ou protegida
Comum em cultivo
Potencial invasor
Pode formar colônias persistentes em clima quente; evitar descarte em áreas naturais

Tipo da planta

Árvore
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como árvore.
Arbusto
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como arbusto.
Subarbusto
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como subarbusto.
Herbácea
É uma planta herbácea.
Trepadeira
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como trepadeira.
Pendente
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como pendente.
Rasteira
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como rasteira.
Forração
Pode funcionar como forração em ambiente adequado.
Palmeira
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como palmeira.
Suculenta
Possui tecidos de reserva e comportamento suculento.
Cacto
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como cacto.
Bulbosa
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como bulbosa.
Rizomatosa
Possui rizoma ou estrutura subterrânea semelhante.
Aquática
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como aquática.
Epífita
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como epífita.
Carnívora
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como carnívora.
Samambaia
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como samambaia.
Orquídea
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como orquídea.
Bromélia
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como bromélia.
Frutífera
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como frutífera.
Hortaliça
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como hortaliça.
Erva aromática
Não, Espada-de-são-jorge não é classificada como erva aromática.

Ciclo de vida

Anual
Não, é uma planta de vida longa.
Bienal
Não, não é bienal.
Perene
Sim, é perene.
Semiperene
Pode reduzir folhas sob estresse, mas normalmente é tratada como perene.
Decídua
Não é normalmente decídua.
Semidecídua
Normalmente mantém a folhagem, salvo estresse intenso.
Sempre-verde
Mantém folhas durante o ano em condições adequadas.
Tempo médio de vida
Muitos anos
Velocidade de crescimento
Lento a moderado
Tempo para atingir o tamanho adulto
2 a 4 anos
Tempo para começar a florescer
Vários anos; floração é ocasional
Época de dormência
Repouso relativo no frio e na seca
Perde folhas em alguma estação
Não normalmente; folhas velhas caem de forma gradual.
Comportamento durante o inverno
Repouso relativo no frio e na seca

Tamanho e crescimento

Altura mínima
20 cm
Altura máxima
120 cm
Largura mínima
20 cm
Largura máxima
100 cm
Tamanho quando cultivada em vaso
20 a 100 cm conforme cultivar
Tamanho quando plantada no solo
Touceiras de até 1,2 m de altura e expansão lateral
Diâmetro da copa
Touceira de 20 a 100 cm
Comprimento dos ramos
Folhas emergem diretamente dos rizomas
Comprimento das raízes
Rizomas horizontais e raízes superficiais
Tamanho das folhas
20 a 120 cm de comprimento
Tamanho das flores
Flores pequenas em haste de 30 a 80 cm
Tamanho dos frutos
Bagas pequenas e raras
Porte pequeno, médio ou grande
Pequeno a médio
Crescimento vertical, lateral, pendente ou rasteiro
Vertical e lateral por rizomas

Folhas e folhagem

Cor das folhas
Verde com faixas transversais; cultivares podem ter bordas amarelas
Variações de cor
Alta entre cultivares
Formato das folhas
Longa, rígida e lanceolada
Textura
Lisa, espessa e suculenta
Brilhante ou fosca
Fosca a levemente brilhante
Lisa, rugosa ou aveludada
Lisa
Espessura
Espessa
Presença de espinhos
Não possui espinhos.
Presença de pelos
Não possui pelos relevantes.
Folhagem variegata
Pode apresentar variegação.
Mudança de cor durante o ano
Permanece verde, podendo perder folhas sob estresse extremo
Folhas aromáticas
Não possuem aroma marcante.
Folhas com seiva
Seiva potencialmente irritante
Folhas sensíveis ao toque
Não apresentam resposta rápida ao toque.
Folhas comestíveis
Não são recomendadas para consumo.
Folhas tóxicas
São tóxicas ou irritantes.

Flores e floração

Produz flores ou não
Sim, produz flores.
Cor das flores
Branca a esverdeada
Formato
Pequenas flores tubulares em racemo
Tamanho
Flores pequenas em haste de 30 a 80 cm
Aroma
Doce, mais perceptível à noite
Intensidade do perfume
Moderado
Época de floração
Primavera ou verão, de forma irregular
Duração da floração
Uma a duas semanas
Duração de cada flor
Poucos dias
Frequência de floração
Rara
Floresce uma ou várias vezes por ano
Rara
Floresce dentro de casa
Sim, quando recebe luz e manejo adequados.
Idade aproximada da primeira floração
Vários anos; floração é ocasional
Necessita de polinização
Por insetos; não necessária para propagação
Polinizadores atraídos
Insetos noturnos e pequenos polinizadores
Flor comestível
Não é recomendada para consumo.
Flor tóxica
Pode ser tóxica ou irritante.
Como estimular a floração
Oferecer de 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta, temperatura de 18 °C a 32 °C e adubação equilibrada sem excesso de nitrogênio.
Motivos para não florescer
Pouca luz, planta jovem, frio, excesso de nitrogênio, raízes doentes ou estresse hídrico.

Frutos e sementes

Produz frutos
Sim, após polinização, embora possa ser raro em cultivo.
Tipo de fruto
Baga
Cor do fruto
Alaranjada
Tamanho
Bagas pequenas e raras
Época de frutificação
Após polinização, rara em cultivo
Fruto comestível
Não é recomendado para consumo.
Fruto tóxico
Pode ser tóxico ou irritante.
Possui sementes
Sim, quando ocorre frutificação.
Quantidade aproximada de sementes
Poucas sementes por fruto
Tempo para germinar
Semanas a meses em calor
Necessidade de estratificação
Não costuma exigir estratificação.
Necessidade de escarificação
Não costuma exigir escarificação.
Viabilidade das sementes
Variável; divisão é preferida
Atrai aves ou outros animais
Baixa relevância para fauna em interiores

Clima ideal

Clima tropical
Sim, adapta-se ao clima tropical com manejo adequado.
Subtropical
Sim, adapta-se ao clima subtropical com manejo adequado.
Equatorial
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições equatorial.
Mediterrâneo
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições mediterrâneo.
Temperado
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições temperado.
Semiárido
Sim, adapta-se ao clima semiárido com manejo adequado.
Clima ideal principal
Tropical sazonalmente seco a subtropical protegido
Temperatura mínima
Cerca de 12 °C para cultivo seguro; abaixo disso aumenta o risco de danos.
Temperatura máxima
Cerca de 35 °C com manejo adequado.
Faixa ideal de temperatura
18 °C a 32 °C
Tolerância ao calor
Alta tolerância
Tolerância ao frio
Sensível abaixo de 10 °C
Tolerância à geada
Não tolera geada.
Tolerância à neve
Não tolera neve.
Tolerância a mudanças bruscas
Tolera alguma variação, mas não frio brusco
Umidade ideal do ar
30% a 60%
Tolerância ao ar seco
Alta tolerância
Tolerância ao vento
Tolera vento moderado, não frio intenso
Tolerância à maresia
Baixa a moderada tolerância indireta
Zona climática
Ambientes sem geada
Regiões brasileiras mais indicadas
Adapta-se à maior parte do Brasil; proteger de geada

Luz ideal

Sol pleno
Sim, sol pleno pode ser adequada.
Meia-sombra
Sim, meia-sombra pode ser adequada.
Sombra clara
Sim, sombra clara pode ser adequada.
Luz indireta forte
Sim, luz indireta forte pode ser adequada.
Luz indireta moderada
Sim, luz indireta moderada pode ser adequada.
Baixa luminosidade
Sim, baixa luminosidade pode ser adequada.
Quantidade ideal de horas de sol
De 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta
Sol da manhã
Muito indicado
Sol da tarde
Pode tolerar após adaptação, evitando calor extremo
Pode receber sol direto
Sim, com adaptação
Precisa de adaptação ao sol
Sim, qualquer aumento de sol deve ser gradual.
Tolera sombra
Tolera, cresce mais lentamente
Sintomas de falta de luz
Folhas finas, tombadas e crescimento muito lento
Sintomas de excesso de sol
Queimaduras em plantas não adaptadas
Melhor posição dentro de casa
Próxima a qualquer janela clara
Distância ideal da janela
0 a 3 m
Orientação da janela
Qualquer janela clara sem sol forte
Necessidade de luz artificial
Adapta-se a escritórios com luz artificial adequada

Como regar

Frequência média de rega
Regar somente após secagem completa ou quase completa
Quantidade aproximada de água
Molhar profundamente e deixar drenar
Como verificar se precisa regar
Verificar vários centímetros e o peso do vaso
Profundidade de secagem antes da rega
Substrato quase totalmente seco
Manter úmido ou deixar secar
Deixar secar bem entre regas
Regar folhas ou apenas o substrato
Regar o substrato
Melhor horário para regar
Manhã
Frequência no verão
Em média a cada 10 a 20 dias
Frequência no inverno
A cada 20 a 40 dias ou mais
Frequência durante a floração
Sem aumento especial
Frequência durante a dormência
Muito reduzida
Tolera falta de água
Alta
Tolera excesso de água
Muito baixa
Sensibilidade ao encharcamento
Extremamente sensível
Tipo de água ideal
Água comum, sem excesso
Tolera água com cloro
Boa tolerância
Tolera água dura
Moderada
Necessita de água da chuva ou filtrada
Normalmente desnecessária
Sinais de pouca água
Folhas enrugadas e dobradas
Sinais de excesso de água
Base mole, amarelecimento e odor
Método de rega indicado
Rega por cima e drenagem completa
Rega por cima
Rega por cima e drenagem completa
Rega por baixo
Pode ser usada, sem deixar de molho
Imersão
Não recomendada como rotina
Irrigação por gotejamento
Pouco necessário

Umidade do ambiente

Umidade relativa ideal
30% a 60%
Necessita de borrifação
Não recomendada
Borrifar folhas é recomendado ou não
Não recomendada
Necessita de umidificador
Desnecessário
Pode usar bandeja com pedras
Desnecessário
Tolera banheiro
Somente com luz e pouca rega
Tolera ar-condicionado
Tolera, sem jato direto
Tolera aquecedor
Tolera ambiente seco, evitando calor direto
Tolera ambiente seco
Alta
Sinais de baixa umidade
Raramente apresenta problemas apenas por ar seco
Sinais de umidade excessiva
Risco de manchas e podridão com excesso de água
Risco de fungos em alta umidade
Baixo no ar; alto no substrato encharcado

Solo para cultivo

Tipo de solo ideal
Arenoso, mineral e bem drenado
Arenoso
Pode se adaptar a solo arenoso quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Argiloso
Solo argiloso não é a condição principal recomendada.
Humoso
Solo humoso não é a condição principal recomendada.
Calcário
Solo calcário não é a condição principal recomendada.
Ácido
Pode se adaptar a solo ácido quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Neutro
Pode se adaptar a solo neutro quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Alcalino
Pode se adaptar a solo alcalino quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Faixa ideal de pH
6,0 a 7,5
Solo fértil ou pobre
Baixa a moderada
Solo profundo ou superficial
Superficial a médio
Necessidade de drenagem
Muito alta
Tolerância à compactação
Muito baixa
Tolerância ao solo úmido
Muito baixa
Tolerância ao solo seco
Alta tolerância
Tolerância à salinidade
Moderada
Necessidade de matéria orgânica
Baixa
Como preparar o local do plantio
Misturar areia grossa e material mineral, evitando baixadas

Substrato para vasos

Receita de substrato ideal
40% substrato orgânico, 30% areia grossa, 20% perlita e 10% carvão
Percentual de terra vegetal
20%
Percentual de matéria orgânica
20%
Percentual de areia
30%
Percentual de perlita
20%
Percentual de casca de pinus
0 a 10%
Percentual de fibra de coco
0 a 10%
Percentual de carvão
10%
Percentual de húmus
0 a 5%
Granulometria
Média a grossa
Retenção de umidade
Baixa
Nível de drenagem
Muito alta
Nível de aeração
Muito alta
pH ideal
6,0 a 7,5
Misturas que devem ser evitadas
Terra argilosa, turfa pura e excesso de matéria orgânica
Substrato comercial indicado
Substrato para cactos e suculentas
Frequência de renovação do substrato
A cada 2 a 3 anos

Vaso ideal

Pode ser cultivada em vaso
Sim, adapta-se bem ao cultivo em vaso.
Tamanho mínimo do vaso
12 a 15 cm
Profundidade mínima
15 a 30 cm
Largura mínima
Pouco maior que a touceira
Vaso alto ou raso
Pesado e estável
Material mais indicado
Barro ou cerâmica furada
Barro
Muito indicado
Plástico
Funciona com pouca rega
Cerâmica
Bom com furos
Cimento
Bom para touceiras grandes
Autoirrigável
Não indicado
Necessidade de furos
Obrigatórios e amplos
Quantidade de furos
Vários furos livres, distribuídos pela base.
Necessidade de camada de drenagem
Tela nos furos; substrato mineral é essencial
Necessidade de prato
Somente vazio
Pode deixar água no prato
Não; descarte toda a água após a rega.
Precisa de tutor
Não precisa de tutor em condições normais.
Precisa de suporte para trepar
Não precisa de suporte para trepar.
Quando trocar de vaso
Rizomas deformando o vaso ou raízes muito apertadas
Tamanho do novo vaso
2 a 4 cm maior
Pode ficar com raízes apertadas
Tolera bem
Risco de vaso grande demais
Alto risco de apodrecimento

Raízes

Tipo de raiz
Rizomas horizontais com raízes carnosas
Raiz profunda ou superficial
Superficial a média
Raízes agressivas
Não são consideradas agressivas para estruturas.
Raízes delicadas
São delicadas e devem ser manuseadas com cuidado.
Raízes aéreas
Não possui raízes aéreas relevantes.
Raiz tuberosa
Não possui raiz tuberosa verdadeira.
Rizoma
Possui rizoma.
Bulbo
Não possui bulbo.
Estolões
Não produz estolões típicos.
Sensibilidade ao transplante
Boa
Risco de quebrar calçadas
Baixo; o porte radicular não costuma quebrar calçadas.
Risco para tubulações
Baixo em cultivo ornamental comum.
Espaço mínimo para plantio
30 a 60 cm
Pode ser cultivada perto de muros
Seguro próximo a estruturas
Sinais de raízes apodrecidas
Raízes escuras, moles, com mau cheiro e fácil desprendimento.
Sinais de raízes apertadas
Raízes circulando o vaso, deformação, secagem rápida e crescimento parado.

Adubação

Necessidade de adubação
Baixa
Frequência
A cada 60 a 90 dias no calor
Melhor época
Período quente
Adubo orgânico indicado
Húmus em pequena quantidade
Adubo mineral indicado
Equilibrado, bem diluído
Formulação NPK
Equilibrado em baixa dose
Adubo para crescimento
Equilibrado
Adubo para floração
Desnecessário
Adubo para frutificação
Desnecessário
Quantidade recomendada
Um quarto a metade da dose
Adubação líquida ou sólida
Lenta ou líquida muito diluída
Adubação foliar
Dispensável
Húmus de minhoca
Pouco
Bokashi
Com muita moderação
Esterco curtido
Não recomendado no vaso
Farinha de ossos
Desnecessária
Torta de mamona
Evitar
Osmocote ou adubo de liberação lenta
Boa em baixa dose
Quando suspender a adubação
Outono/inverno, após replantio e doença
Sensibilidade ao excesso de adubo
Alta ao excesso
Sinais de falta de nutrientes
Crescimento muito lento e folhas pálidas
Sinais de excesso de nutrientes
Queimaduras e acúmulo de sais

Como plantar

Melhor época para plantar
Primavera
Plantio em vaso
Usar vaso com furos e 40% substrato orgânico, 30% areia grossa, 20% perlita e 10% carvão.
Plantio no jardim
Escolher local com de 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta e solo arenoso, mineral e bem drenado.
Profundidade de plantio
Rizomas logo abaixo da superfície
Distância entre mudas
30 a 60 cm
Espaçamento recomendado
30 a 60 cm
Preparo da cova
Misturar areia grossa e material mineral, evitando baixadas
Necessidade de tutor
Não é necessário na maioria dos casos.
Necessidade de cobertura morta
Camada fina, sem reter água no colo
Cuidados nos primeiros dias
Manter em luz adequada, proteger de extremos e controlar a umidade sem encharcar.
Tempo de adaptação
2 a 6 semanas
Pode ser transplantada
Sim, com cuidado para preservar raízes.
Melhor horário para plantar
Fim da tarde ou manhã fresca.
Cuidados depois do transplante
Evitar adubo imediato, sol excessivo e rega em excesso.

Replantio e transplante

Frequência de replantio
A cada 2 a 3 anos
Melhor época para replantar
Primavera
Sinais de que precisa trocar de vaso
Rizomas deformando o vaso ou raízes muito apertadas
Como retirar do vaso
Regar levemente no dia anterior, apoiar o torrão e retirar sem puxar pelas folhas.
Pode cortar raízes
Apenas partes podres, com ferramenta limpa
Quanto aumentar o tamanho do vaso
2 a 5 cm
Cuidados depois da troca
Manter em local protegido, regar com moderação e observar sinais de apodrecimento.
Tempo sem adubar após o replantio
4 a 6 semanas
Tempo sem sol direto
1 a 2 semanas
Risco de choque de transplante
Baixo
Como recuperar após o transplante
Estabilizar luz e temperatura, evitar excesso de água e remover apenas partes realmente mortas.

Poda

Precisa de poda
Limpeza e divisão
Tipo de poda
Retirada de folhas danificadas
Poda de limpeza
Folhas quebradas, moles ou secas
Poda de formação
Novos brotos surgem do rizoma
Poda de manutenção
Remover rizomas laterais e dividir touceiras
Poda de floração
Remover flores ou hastes secas quando não houver interesse em sementes.
Poda de rejuvenescimento
Pode ser feita gradualmente em plantas adultas, sem remover toda a folhagem de uma vez.
Melhor época
Qualquer época, preferindo calor
Partes que podem ser removidas
Folhas quebradas, moles ou secas
Partes que não devem ser cortadas
Pontas saudáveis, pois o corte fica marcado
Altura segura para corte
Pecíolo rente ao substrato
Pode cortar folhas amarelas
Sim, cortar com ferramenta limpa junto à base ou ao ponto saudável.
Pode remover flores secas
Sim, isso melhora a aparência e reduz gasto de energia.
Necessita de ferramenta esterilizada
Sim, limpar a lâmina antes e depois.
Seiva irritante durante a poda
Sim; usar luvas e evitar olhos e boca.
Como estimular ramificações
Novos brotos surgem do rizoma
Como controlar o tamanho
Remover rizomas laterais e dividir touceiras

Como fazer mudas

Sementes
Sim, sementes pode ser utilizada.
Estacas de caule
Não é um método indicado para Espada-de-são-jorge.
Estacas de folhas
Sim, estacas de folhas pode ser utilizada.
Divisão de touceira
Sim, divisão de touceira pode ser utilizada.
Separação de brotos
Sim, separação de brotos pode ser utilizada.
Rizomas
Sim, rizomas pode ser utilizada.
Bulbos
Não é um método indicado para Espada-de-são-jorge.
Filhotes
Sim, filhotes pode ser utilizada.
Alporquia
Não é um método indicado para Espada-de-são-jorge.
Mergulhia
Não é um método indicado para Espada-de-são-jorge.
Enxertia
Não é um método indicado para Espada-de-são-jorge.
Propagação na água
Sim, propagação na água pode ser utilizada.
Propagação no substrato
Sim, propagação no substrato pode ser utilizada.
Melhor época
Primavera
Tempo médio para enraizar
1 a 4 meses
Temperatura ideal
22 °C a 30 °C
Necessidade de hormônio enraizador
Não obrigatório
Taxa de dificuldade
Fácil, porém lenta por folha
Passo a passo resumido
Cortar rizoma ou folha, deixar cicatrizar e plantar em substrato seco e drenante
Quando transferir a muda
Após cicatrização, diretamente no vaso definitivo pequeno
Tempo até virar planta adulta
1 a 4 anos

Pragas

Cochonilha
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Pulgão
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Ácaro
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Tripes
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Mosca-branca
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Lesma
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Caracol
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Lagarta
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Formiga
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Fungus gnat
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Nematóide
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Broca
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Pragas mais comuns da espécie
Cochonilhas e ácaros
Partes atacadas
Folhas, brotos, pecíolos, caules e raízes, conforme a praga.
Sintomas
Pontuações, manchas, teias, melada, deformação, perda de vigor ou insetos visíveis.
Como confirmar a infestação
Examinar frente e verso das folhas, axilas, base e substrato com boa luz.
Tratamento caseiro seguro
Isolar, remover manualmente e lavar; sabão inseticida próprio pode ser usado conforme rótulo.
Tratamento biológico
Óleo hortícola ou agentes biológicos registrados, respeitando a espécie e o rótulo.
Tratamento químico
Somente produto registrado para a praga e cultura ornamental, seguindo rótulo e segurança.
Como prevenir
Quarentena de plantas novas, ventilação, limpeza e inspeção frequente.
Frequência de inspeção
Semanal; duas vezes por semana durante surtos.

Doenças

Podridão de raízes
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Fungos nas folhas
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Oídio
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Ferrugem
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Antracnose
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Mancha foliar
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Míldio
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Bacteriose
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Vírus
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Podridão do caule
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Doenças mais comuns
Podridão de base e raízes
Sintomas
Manchas, amarelecimento, tecidos moles, odor, queda de folhas e crescimento parado.
Causa provável
Excesso de água, substrato contaminado, pouca ventilação, frio ou ferimentos.
Forma de transmissão
Água, ferramentas, substrato, insetos ou contato com plantas contaminadas.
Tratamento
Corrigir manejo, remover partes doentes e aplicar produto registrado apenas quando necessário.
Partes que precisam ser removidas
Tecidos moles, pretos ou com lesões em expansão, cortados até tecido saudável.
Necessidade de isolamento
Sim, quando houver suspeita de praga, bactéria, vírus ou fungo contagioso.
Prevenção
Substrato drenante, ferramenta limpa, ventilação e rega no momento correto.
Possibilidade de recuperação
Boa quando o problema é identificado cedo e ainda existem raízes ou caules saudáveis.

Diagnóstico pelas folhas

Folhas amarelas
Excesso de água, envelhecimento natural, frio ou deficiência nutricional.
Pontas secas
Ar seco, sais na água, rega irregular ou excesso de adubo; raramente apresenta problemas apenas por ar seco.
Bordas queimadas
Sol forte, adubo concentrado, água salina ou baixa umidade.
Folhas enroladas
Sede, calor, baixa umidade, frio ou pragas.
Folhas murchas
Substrato seco, raízes sem oxigênio ou choque térmico.
Folhas caindo
Estresse hídrico, frio, mudança de local ou raízes danificadas.
Folhas transparentes
Excesso de água, frio ou ruptura celular.
Folhas escurecidas
Podridão, frio, queimadura ou tecido envelhecido.
Folhas com manchas
Fungo, bactéria, praga, gota fria, sol ou contato com produto.
Folhas pequenas
Pouca luz, pouca nutrição ou vaso muito apertado; folhas finas, tombadas e crescimento muito lento.
Folhas desbotadas
Excesso de sol, deficiência ou envelhecimento.
Folhas rasgadas
Dano mecânico, vento, transporte ou baixa umidade durante abertura.
Crescimento deformado
Pragas sugadoras, dano no broto, excesso de sais ou estresse.
Perda da variegação
Pouca luz, reversão genética ou brotos inteiramente verdes.
Causa provável
Comparar umidade do substrato, raízes, luz, temperatura e presença de pragas antes de tratar.
Como diferenciar falta e excesso de água
Na falta, o substrato está seco e leve; no excesso, permanece úmido, pesado e pode ter odor.
Solução recomendada
Ajustar rega para: regar somente após secagem completa ou quase completa; manter de 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta e verificar raízes.
Tempo esperado de recuperação
De 2 a 8 semanas após corrigir a causa; folhas danificadas não voltam ao normal.

Problemas e diagnóstico

Planta não cresce
Verificar luz, temperatura, raízes e nutrientes; o crescimento natural é lento a moderado.
Planta cresce estiolada
Falta de luz; oferecer gradualmente de 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta.
Planta inclina para um lado
Crescimento em direção à luz; girar o vaso periodicamente e melhorar a iluminação.
Planta não floresce
Pode ser jovem, receber pouca luz ou adubo inadequado; a primeira floração ocorre em vários anos; floração é ocasional.
Botões caem antes de abrir
Oscilação de água, frio, calor, pragas ou mudança brusca.
Flores duram pouco
Calor intenso, sol excessivo, ar seco ou fim natural da floração.
Caule mole
Alerta para excesso de água e podridão; verificar imediatamente.
Caule escuro
Pode indicar necrose, frio ou podridão.
Raízes pretas
Provável podridão por falta de oxigênio.
Mau cheiro no substrato
Indica decomposição anaeróbia ou raízes apodrecidas.
Presença de mofo
Excesso de umidade, matéria orgânica em decomposição e pouca ventilação.
Planta caiu ou tombou
Vaso leve, raízes danificadas, crescimento desequilibrado ou tutor insuficiente.
Planta está perdendo folhas
Analisar frio, sede, encharcamento, mudança de local e pragas.
Plano de recuperação
Isolar, verificar raízes, cortar podridão, replantar em substrato adequado e estabilizar luz e temperatura.
Grau de urgência
Alto se houver tecido mole, odor ou raízes pretas; moderado em sintomas secos e estáveis.
Chance de recuperação
Boa enquanto houver tecido firme e raízes saudáveis.

Cultivo dentro de casa

Indicada para ambientes internos
Somente em interior muito ensolarado ou com luz de cultivo forte.
Nível de dificuldade dentro de casa
Muito fácil se a rega for controlada
Local ideal
Próxima a qualquer janela clara
Sala
Pode ficar em sala, desde que receba de 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta e ventilação.
Quarto
Pode ficar em quarto somente com acesso restrito, boa luz e manejo adequado.
Cozinha
Pode ficar em cozinha, desde que receba de 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta e ventilação.
Banheiro
Pode ficar em banheiro somente com acesso restrito, boa luz e manejo adequado.
Escritório
Pode ficar em escritório, desde que receba de 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta e ventilação.
Varanda fechada
Pode ficar em varanda fechada, desde que receba de 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta e ventilação.
Distância da janela
0 a 3 m
Necessidade de ventilação
Boa circulação de ar, sem corrente fria ou vento forte.
Tolera ar-condicionado
Tolera, sem jato direto
Tolera baixa luz
Alta tolerância
Necessita de rotação do vaso
Girar um quarto de volta a cada 1 ou 2 semanas ajuda no crescimento uniforme.
Pode ficar perto de eletrônicos
Sim, sem bloquear ventilação e longe de calor direto ou água derramada.
Pode ficar em quarto de criança
Somente fora do alcance.
Suja muito o ambiente
Não; exige apenas retirada de folhas ou flores velhas.
Solta folhas, flores ou frutos
Pode soltar partes velhas de forma gradual.
Possui cheiro forte
Flores podem ter perfume doce à noite

Cultivo no jardim

Indicada para jardim
Boa em jardins secos e bordaduras, com controle de expansão
Solitária ou em grupo
Pode ser usada isolada ou em grupos, conforme porte.
Forração
Pode ser usada como forração.
Cerca-viva
Não é indicada como cerca-viva formal.
Maciço
Pode formar maciços ornamentais em clima adequado.
Canteiro
Pode ser cultivada em canteiro com solo e luz corretos.
Jardim tropical
Muito adequada.
Jardim seco
Adequada.
Jardim de sombra
Não é a condição principal.
Jardim vertical
Não é a principal opção.
Jardim de inverno
Adequada com luz e temperatura corretas.
Jardim de pedras
Adequada.
Margem de lago
Não é indicada em solo saturado.
Espaçamento
30 a 60 cm
Combinações com outras plantas
Outras dracenas e sanseviérias
Resistência à chuva
Baixa em períodos prolongados; proteger o substrato do encharcamento.
Resistência ao vento
Tolera vento moderado, não frio intenso
Resistência à geada
Não tolera geada.
Necessidade de manutenção
Muito fácil; inspeção semanal e manejo conforme estação.

Toxicidade e segurança

Tóxica para humanos
Sim. Tóxica por saponinas e outros compostos irritantes
Tóxica para cães
Sim. Tóxica por saponinas e outros compostos irritantes
Tóxica para gatos
Sim. Tóxica por saponinas e outros compostos irritantes
Tóxica para aves
Evitar ingestão
Tóxica para cavalos
Evitar ingestão
Parte tóxica da planta
Folhas e seiva
Folha
Tóxica ou irritante.
Flor
Tóxica ou irritante.
Fruto
Tóxico ou não comestível.
Semente
Não oferecer para ingestão.
Caule
Pode conter seiva tóxica ou irritante.
Seiva
Seiva potencialmente irritante
Raiz
Não destinada ao consumo; pode conter os mesmos compostos da planta.
Gravidade da toxicidade
Baixa a moderada
Sintomas de contato
Pode irritar pele sensível
Sintomas de ingestão
Náusea, vômito, salivação e diarreia
Irrita a pele
Pode irritar; usar luvas.
Irrita os olhos
A seiva pode irritar; enxaguar imediatamente.
Possui espinhos
Não possui espinhos.
Pode causar alergia
Pode irritar
Segura para crianças
Não; manter fora do alcance.
Segura para pets
Não; manter fora do alcance.
Cuidados no manuseio
Usar luvas em poda, lavar mãos e manter partes cortadas longe de crianças e animais.

Uso alimentar

Planta comestível
Não é planta alimentícia e não deve ser ingerida.
Partes comestíveis
Nenhuma parte é recomendada para consumo.
Forma de consumo
Não se aplica.
Crua ou cozida
Não consumir.
Necessita de preparo específico
Não se aplica; não consumir.
Possui partes tóxicas
Tóxica por saponinas e outros compostos irritantes
Sabor
Não provar.
Aroma
Flores podem ter perfume doce à noite
Uso culinário
Não possui uso culinário doméstico seguro.
Valor nutricional geral
Não se aplica ao cultivo ornamental.
Restrições de consumo
Não ingerir sem identificação botânica e fonte alimentar confiável.
Quantidade segura
Não há quantidade doméstica segura estabelecida.
Não confundir com espécies tóxicas
Confirmar o nome científico antes de qualquer uso; nomes populares podem se repetir.

Uso medicinal e tradicional

Uso tradicional
Há usos tradicionais, mas não é indicada para automedicação
Parte utilizada
Não recomendar nenhuma parte para automedicação.
Forma de preparo
Não preparar remédios caseiros sem orientação profissional.
Chá
Não recomendado.
Infusão
Não recomendada.
Decocção
Não recomendada.
Uso tópico
Não recomendado sem avaliação de segurança.
Compostos conhecidos
Tóxica por saponinas e outros compostos irritantes
Evidência científica disponível
Limitada ou insuficiente para recomendar uso doméstico seguro.
Benefícios estudados
Dados botânicos ou farmacológicos não equivalem a eficácia clínica comprovada.
Riscos
Náusea, vômito, salivação e diarreia
Contraindicações
Evitar em crianças, gestantes, lactantes, pets e pessoas sensíveis sem orientação médica.
Interações com medicamentos
Não estão adequadamente estabelecidas; não combinar por conta própria.
Uso durante gravidez
Não recomendado.
Uso durante amamentação
Não recomendado.
Uso infantil
Não recomendado.
Alerta de que não substitui tratamento médico
Não substitui diagnóstico, tratamento ou acompanhamento profissional.

Perfume e características

Possui perfume
Flores podem ter perfume doce à noite
Parte perfumada
Flores, quando apresentam aroma.
Tipo de aroma
Doce, mais perceptível à noite
Intensidade
Moderado
Horário em que exala mais perfume
Pode variar; flores noturnas tendem a intensificar o aroma no fim do dia.
Perfume durante a floração
Doce, mais perceptível à noite
Aroma das folhas quando amassadas
Não é recomendado amassar folhas para testar aroma.
Pode causar incômodo em ambiente fechado
Baixo na maioria dos casos; pessoas sensíveis devem observar reações.
Atrai insetos por causa do aroma
Insetos noturnos e pequenos polinizadores

Relação com a natureza

Atrai abelhas
Pode atrair quando floresce ao ar livre.
Atrai borboletas
Pode atrair ocasionalmente, dependendo das flores e região.
Atrai beija-flores
Não é uma das principais plantas para beija-flores.
Atrai pássaros
Pode oferecer abrigo; frutos raros podem atrair fauna.
Atrai morcegos
Não é uma atração principal.
Atrai insetos benéficos
Insetos noturnos e pequenos polinizadores
Planta hospedeira de lagartas
Não é amplamente conhecida como hospedeira principal.
Oferece alimento para animais
Flores ocasionais podem atrair insetos
Oferece abrigo
Folhagem pode oferecer abrigo a pequenos animais em jardins.
Ajuda na biodiversidade
Pode contribuir em jardins diversificados, preferindo espécies nativas locais.
Pode prejudicar espécies nativas
Pode formar colônias persistentes em clima quente; evitar descarte em áreas naturais
Polinização pelo vento
Não é o principal mecanismo.
Polinização por animais
Por insetos; não necessária para propagação

Dificuldade de cultivo

Muito fácil
Sim, o nível pode ser considerado muito fácil.
Fácil
Sim, o nível pode ser considerado fácil.
Intermediária
Não é classificada principalmente como intermediária.
Difícil
Não é classificada principalmente como difícil.
Especialista
Não é classificada principalmente como especialista.
Tolerância a erros
Alta.
Necessidade de atenção
Baixa.
Frequência de manutenção
Inspeção semanal e cuidados conforme secagem e crescimento.
Indicada para iniciantes
Sim.
Principal erro de quem cultiva
Excesso de água
Principal segredo para ter sucesso
Sol ou boa luz, vaso apertado e substrato seco
Tempo semanal aproximado de cuidado
Menos de 10 minutos por semana

Calendário de cuidados

Rega
Ano todo conforme secagem; aumentar no calor ativo e reduzir no frio.
Adubação
Período quente; suspender ou reduzir no período frio.
Poda
Qualquer época, preferindo calor
Plantio
Primavera
Replantio
Primavera
Propagação
Primavera
Floração
Primavera ou verão, de forma irregular
Frutificação
Após polinização, rara em cultivo
Dormência
Repouso relativo no frio e na seca
Proteção contra frio
Proteger quando a temperatura se aproximar de 12 °C.
Proteção contra calor
Alta tolerância
Controle de pragas
Inspeção semanal durante todo o ano, intensificando no calor e tempo seco.
Mudança de local
Fazer gradualmente, preferindo primavera ou período de temperatura estável.

Pode ou não pode?

Pode ficar no sol?
Sim, com adaptação
Pode ficar na sombra?
Tolera, cresce mais lentamente
Pode ficar dentro de casa?
Somente em local interno com sol direto forte.
Pode ficar no quarto?
Sim, mas fora do alcance.
Pode ficar no banheiro?
Somente com luz e pouca rega
Pode ficar na varanda?
Sim, desde que luz, chuva, vento e frio estejam dentro da tolerância.
Pode pegar chuva?
Sim, quando o substrato drena rápido e não permanece saturado.
Pode pegar vento?
Tolera vento moderado, não frio intenso
Pode receber borrifação?
Não recomendada
Pode usar prato embaixo?
Sim para proteger a superfície, mas deve permanecer vazio.
Pode ficar perto de pets?
Não, mantenha fora do alcance.
Pode ser cultivada em água?
Pode enraizar em água.
Pode ser cultivada em vaso?
Sim.
Pode ser plantada no chão?
Sim, se o clima, luz e solo forem adequados.
Pode podar?
Limpeza e divisão
Pode cortar raízes?
Apenas partes podres, com ferramenta limpa
Pode usar borra de café?
Não diretamente; pode compactar e acidificar de forma imprevisível.
Pode usar casca de ovo?
Não como correção imediata; compostada e triturada tem efeito lento e incerto.
Pode usar adubo químico?
Sim, em dose adequada e com substrato úmido.

Cuidados rápidos

Luz ideal
De 2 a 6 horas de sol suave ou muita luz indireta
Rega
Regar somente após secagem completa ou quase completa
Umidade
30% a 60%
Temperatura
18 °C a 32 °C
Substrato
40% substrato orgânico, 30% areia grossa, 20% perlita e 10% carvão
Adubação
A cada 60 a 90 dias no calor
Dificuldade
Muito fácil
Toxicidade
Tóxica por saponinas e outros compostos irritantes
Tamanho adulto
20 cm a 120 cm, conforme ambiente.
Crescimento
Lento a moderado
Floração
Primavera ou verão, de forma irregular
Ambiente ideal
Próxima a qualquer janela clara

Erros comuns

Regar por calendário
Erro: a rega deve seguir a secagem real do substrato.
Usar vaso sem furos
Erro grave: aumenta muito o risco de podridão.
Deixar água no prato
Erro: esvaziar após cada rega.
Colocar diretamente no sol
Erro quando não há adaptação; aumentar a exposição gradualmente.
Cultivar em local escuro
Erro: tolerar pouca luz não significa viver sem luz.
Borrifar uma planta que não gosta
Observar a espécie; para Espada-de-são-jorge, não recomendada.
Usar substrato compacto
Erro: usar 40% substrato orgânico, 30% areia grossa, 20% perlita e 10% carvão.
Adubar planta doente
Erro: primeiro corrigir raízes, água, luz e pragas.
Trocar de vaso com frequência
Erro: replantar apenas quando necessário.
Usar vaso muito grande
Alto risco de apodrecimento
Não observar pragas
Erro: examinar folhas, axilas e substrato semanalmente.
Confundir dormência com morte
Atenção: repouso relativo no frio e na seca.

Curiosidades

Significado do nome científico
O nome deriva de palavra grega relacionada a dragão.
História da descoberta
A espécie foi descrita cientificamente e hoje é aceita como Dracaena trifasciata (Prain) Mabb..
Significado cultural
É valorizada como ornamental e pode ter significados populares que variam por região.
Simbolismo
O simbolismo depende da cultura e não representa uma propriedade botânica.
Uso religioso ou tradicional
Existem usos culturais locais; eles não comprovam segurança medicinal ou alimentar.
Recordes de tamanho
No habitat ou no solo pode atingir 120 cm.
Comportamentos curiosos
Apresenta crescimento vertical e lateral por rizomas e adaptações ao seu habitat natural.
Mudanças ao longo do dia
Folhas e flores podem alterar posição conforme luz, temperatura e água.
Origem do nome popular
O nome “Espada-de-são-jorge” surgiu pela aparência ou pelo uso cultural e pode variar regionalmente.
Variedades famosas
Existem cultivares selecionadas por cor, porte, folhagem ou floração.
Curiosidades sobre flores, folhas ou frutos
Pequenas flores tubulares em racemo e longa, rígida e lanceolada são características marcantes.

Plantas parecidas

Parecida com quais plantas
Outras dracenas e sanseviérias
Como diferenciar de espécies semelhantes
Confirmar longa, rígida e lanceolada, hábito vertical e lateral por rizomas, raízes e inflorescência.
Planta frequentemente confundida
Outras dracenas e sanseviérias
Diferença entre variedades
Variedades podem mudar cor, tamanho, forma da folha e intensidade de crescimento.
Qual variedade cresce mais
Cultivares verdes e vigorosos costumam crescer mais que formas muito variegadas.
Qual floresce mais
Depende da cultivar, maturidade, luz, temperatura e adubação equilibrada.
Qual é mais resistente
Formas verdes geralmente toleram melhor variações que cultivares muito variegadas.
Qual é mais adequada para interiores
Cultivares compactas e adaptadas à luz indireta são mais práticas.

Dados e confiabilidade

Data da última atualização
31 de julho de 2026
Fonte das informações
Kew Plants of the World Online; literatura de Asparagaceae; guias de cultivo de suculentas
Autor ou revisor
Conteúdo técnico estruturado para o Super Guia das Plantas; recomenda-se revisão botânica antes da publicação em massa.
Nível de confiança da informação
Alta para taxonomia e origem; alta para manejo básico
Informações baseadas em experiência prática
Frequências de rega, adubação e manutenção são referências práticas e devem ser ajustadas ao ambiente.
Informações baseadas em literatura científica
Taxonomia, distribuição nativa e hábito foram priorizados a partir de bases botânicas.
Nome científico aceito atualmente
Dracaena trifasciata (Prain) Mabb.
Sinônimos botânicos
Sansevieria trifasciata Prain
Identificador em base botânica
Urn:lsid:ipni.org:names:77164235-1
Região usada como referência para os cuidados
Brasil, com atenção especial a cultivo doméstico e diferenças entre regiões.
Observação de que o cultivo muda conforme o clima
Rega, luz, crescimento e floração variam com temperatura, umidade, estação, vaso e microclima.