Guia de plantas

Maranta

Guia completo de Maranta (Maranta leuconeura É.Morren): características, cultivo e informações da planta.

Guia completo com informações sobre características, cultivo e necessidades de Maranta.

Nome científico
Maranta leuconeura É.Morren
Categoria
Herbácea tropical ornamental
Outros nomes
Planta-rezadeira, Maranta-tricolor, Maranta-pavão

Conheça a planta

Nome popular principal
Maranta
Outros nomes populares
Planta-rezadeira | Maranta-tricolor | Maranta-pavão
Nome científico
Maranta leuconeura É.Morren
Família botânica
Marantaceae
Gênero
Maranta
Espécie
Maranta leuconeura
Cultivar ou variedade
A ficha descreve a espécie; cultivares podem alterar cor, porte e floração.
Descrição curta
Herbácea tropical ornamental de rasteiro e lateral, valorizada pela folhagem e pelo uso ornamental.
Característica mais marcante
Verde-claro a escuro com nervuras e manchas contrastantes e rasteiro e lateral.
Nível de popularidade
Muito popular no paisagismo e no cultivo doméstico.
Planta rara ou comum
Comum no comércio de plantas ornamentais.

Origem e habitat natural

País ou região de origem
Brasil Central e Oriental
Continente
América do Sul
Bioma natural
Floresta tropical úmida
Tipo de habitat
Sub-bosque quente, úmido e sombreado
Floresta, campo, deserto, montanha, brejo etc.
Sub-bosque quente, úmido e sombreado
Altitude onde ocorre
Baixas a médias altitudes do Brasil tropical
Clima de origem
Tropical úmido a subtropical protegido
Umidade do habitat
60% a 80%
Tipo de solo natural
Humoso, leve, ácido e bem drenado
Planta nativa ou exótica no Brasil
Nativa do Brasil
Distribuição geográfica
Nativa das regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil
Espécie ameaçada ou protegida
A espécie é comum em cultivo; populações naturais devem ser preservadas
Potencial invasor
Baixo potencial em cultivo controlado

Tipo da planta

Árvore
Não, Maranta não é classificada como árvore.
Arbusto
Não, Maranta não é classificada como arbusto.
Subarbusto
Não, Maranta não é classificada como subarbusto.
Herbácea
É uma planta herbácea.
Trepadeira
Não, Maranta não é classificada como trepadeira.
Pendente
Não, Maranta não é classificada como pendente.
Rasteira
Apresenta crescimento rasteiro.
Forração
Pode funcionar como forração em ambiente adequado.
Palmeira
Não, Maranta não é classificada como palmeira.
Suculenta
Não, Maranta não é classificada como suculenta.
Cacto
Não, Maranta não é classificada como cacto.
Bulbosa
Não, Maranta não é classificada como bulbosa.
Rizomatosa
Possui rizoma ou estrutura subterrânea semelhante.
Aquática
Não, Maranta não é classificada como aquática.
Epífita
Não, Maranta não é classificada como epífita.
Carnívora
Não, Maranta não é classificada como carnívora.
Samambaia
Não, Maranta não é classificada como samambaia.
Orquídea
Não, Maranta não é classificada como orquídea.
Bromélia
Não, Maranta não é classificada como bromélia.
Frutífera
Não, Maranta não é classificada como frutífera.
Hortaliça
Não, Maranta não é classificada como hortaliça.
Erva aromática
Não, Maranta não é classificada como erva aromática.

Ciclo de vida

Anual
Não, é uma planta de vida longa.
Bienal
Não, não é bienal.
Perene
Sim, é perene.
Semiperene
Pode reduzir folhas sob estresse, mas normalmente é tratada como perene.
Decídua
Não é normalmente decídua.
Semidecídua
Normalmente mantém a folhagem, salvo estresse intenso.
Sempre-verde
Mantém folhas durante o ano em condições adequadas.
Tempo médio de vida
Muitos anos com renovação dos rizomas
Velocidade de crescimento
Moderado
Tempo para atingir o tamanho adulto
1 a 2 anos
Tempo para começar a florescer
1 a 2 anos, embora a floração seja discreta
Época de dormência
Sem dormência obrigatória; desacelera no frio e no ar seco
Perde folhas em alguma estação
Não normalmente; folhas velhas caem de forma gradual.
Comportamento durante o inverno
Sem dormência obrigatória; desacelera no frio e no ar seco

Tamanho e crescimento

Altura mínima
20 cm
Altura máxima
40 cm
Largura mínima
30 cm
Largura máxima
80 cm
Tamanho quando cultivada em vaso
20 a 40 cm de altura e ramos laterais
Tamanho quando plantada no solo
Forma touceiras baixas de até 80 cm de largura
Diâmetro da copa
Touceira rasteira de 30 a 80 cm
Comprimento dos ramos
Caules curtos e rastejantes
Comprimento das raízes
Raízes finas ligadas a rizomas superficiais
Tamanho das folhas
Folhas geralmente com 8 a 18 cm
Tamanho das flores
Flores pequenas, geralmente abaixo de 2 cm
Tamanho dos frutos
Cápsulas pequenas e raras em cultivo
Porte pequeno, médio ou grande
Pequeno
Crescimento vertical, lateral, pendente ou rasteiro
Rasteiro e lateral

Folhas e folhagem

Cor das folhas
Verde-claro a escuro com nervuras e manchas contrastantes
Variações de cor
Alta entre variedades, com tons verdes, vermelhos e prateados
Formato das folhas
Oval a elíptica
Textura
Lisa e fina
Brilhante ou fosca
Fosca a levemente acetinada
Lisa, rugosa ou aveludada
Lisa
Espessura
Fina a média
Presença de espinhos
Não possui espinhos.
Presença de pelos
Não possui pelos relevantes.
Folhagem variegata
Pode apresentar variegação.
Mudança de cor durante o ano
Pode perder folhas sob frio ou seca intensa
Folhas aromáticas
Não possuem aroma marcante.
Folhas com seiva
Seiva pouco marcante; ainda assim evite contato com olhos
Folhas sensíveis ao toque
Apresentam movimento ou resposta ao toque.
Folhas comestíveis
Não são recomendadas para consumo.
Folhas tóxicas
Não são conhecidas como tóxicas em uso ornamental normal.

Flores e floração

Produz flores ou não
Sim, produz flores.
Cor das flores
Branca a lilás-claro
Formato
Pequenas flores tubulares em hastes finas
Tamanho
Flores pequenas, geralmente abaixo de 2 cm
Aroma
Quase imperceptível
Intensidade do perfume
Muito baixo
Época de floração
Primavera e verão
Duração da floração
Curta e discreta
Duração de cada flor
Poucos dias
Frequência de floração
Ocasional
Floresce uma ou várias vezes por ano
Ocasional
Floresce dentro de casa
Sim, quando recebe luz e manejo adequados.
Idade aproximada da primeira floração
1 a 2 anos, embora a floração seja discreta
Necessita de polinização
Por pequenos insetos; dispensável para cultivo ornamental
Polinizadores atraídos
Pequenos insetos
Flor comestível
Não é recomendada para consumo.
Flor tóxica
Não é conhecida como altamente tóxica, mas não deve ser ingerida sem referência segura.
Como estimular a floração
Oferecer luz indireta por 8 a 12 horas, temperatura de 18 °C a 27 °C e adubação equilibrada sem excesso de nitrogênio.
Motivos para não florescer
Pouca luz, planta jovem, frio, excesso de nitrogênio, raízes doentes ou estresse hídrico.

Frutos e sementes

Produz frutos
Sim, após polinização, embora possa ser raro em cultivo.
Tipo de fruto
Cápsula pequena
Cor do fruto
Verde a castanho
Tamanho
Cápsulas pequenas e raras em cultivo
Época de frutificação
Após polinização, raramente observada em interiores
Fruto comestível
Não é recomendado para consumo.
Fruto tóxico
Não é conhecido como altamente tóxico, mas não é destinado ao consumo.
Possui sementes
Sim, quando ocorre frutificação.
Quantidade aproximada de sementes
Poucas sementes por cápsula
Tempo para germinar
Variável; divisão é muito mais prática
Necessidade de estratificação
Não costuma exigir estratificação.
Necessidade de escarificação
Não costuma exigir escarificação.
Viabilidade das sementes
Limitada e pouco disponível
Atrai aves ou outros animais
Pode atrair pequenos insetos quando floresce

Clima ideal

Clima tropical
Sim, adapta-se ao clima tropical com manejo adequado.
Subtropical
Sim, adapta-se ao clima subtropical com manejo adequado.
Equatorial
Sim, adapta-se ao clima equatorial com manejo adequado.
Mediterrâneo
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições mediterrâneo.
Temperado
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições temperado.
Semiárido
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições semiárido.
Clima ideal principal
Tropical úmido a subtropical protegido
Temperatura mínima
Cerca de 16 °C para cultivo seguro; abaixo disso aumenta o risco de danos.
Temperatura máxima
Cerca de 30 °C com manejo adequado.
Faixa ideal de temperatura
18 °C a 27 °C
Tolerância ao calor
Tolera calor com alta umidade e sem sol direto
Tolerância ao frio
Sensível abaixo de 15 °C
Tolerância à geada
Não tolera geada.
Tolerância à neve
Não tolera neve.
Tolerância a mudanças bruscas
Não gosta de mudanças bruscas
Umidade ideal do ar
60% a 80%
Tolerância ao ar seco
Baixa tolerância
Tolerância ao vento
Evitar correntes de ar
Tolerância à maresia
Baixa tolerância à maresia direta
Zona climática
Áreas sem geada ou cultivo protegido
Regiões brasileiras mais indicadas
Melhor em regiões quentes e úmidas ou dentro de casa

Luz ideal

Sol pleno
Não é a condição indicada para Maranta.
Meia-sombra
Sim, meia-sombra pode ser adequada.
Sombra clara
Sim, sombra clara pode ser adequada.
Luz indireta forte
Sim, luz indireta forte pode ser adequada.
Luz indireta moderada
Sim, luz indireta moderada pode ser adequada.
Baixa luminosidade
Não é a condição indicada para Maranta.
Quantidade ideal de horas de sol
Luz indireta por 8 a 12 horas
Sol da manhã
Somente sol muito fraco e filtrado
Sol da tarde
Evitar sol forte da tarde
Pode receber sol direto
Evitar, salvo exposição muito suave
Precisa de adaptação ao sol
Sim, qualquer aumento de sol deve ser gradual.
Tolera sombra
Tolera sombra clara
Sintomas de falta de luz
Crescimento lento, folhas menores e perda de contraste
Sintomas de excesso de sol
Folhas desbotadas, enroladas e queimadas
Melhor posição dentro de casa
Próximo a janela com cortina
Distância ideal da janela
0,5 a 2 m
Orientação da janela
Leste ou norte filtrada
Necessidade de luz artificial
Pode complementar com luz de cultivo por 10 a 12 horas

Como regar

Frequência média de rega
Regar quando o primeiro 1 a 2 cm secar
Quantidade aproximada de água
Molhar todo o substrato até escorrer pelos furos, descartando o excesso
Como verificar se precisa regar
Introduzir o dedo ou palito e regar quando a camada superficial estiver seca
Profundidade de secagem antes da rega
1 a 2 cm
Manter úmido ou deixar secar
Manter levemente úmido e aerado
Regar folhas ou apenas o substrato
Preferir o substrato; folhas podem ser limpas sem permanecer molhadas à noite
Melhor horário para regar
Manhã
Frequência no verão
Geralmente 2 a 3 vezes por semana
Frequência no inverno
Reduzir sem deixar secar completamente
Frequência durante a floração
Manter regularidade sem saturar
Frequência durante a dormência
Reduzir no frio
Tolera falta de água
Baixa
Tolera excesso de água
Baixa
Sensibilidade ao encharcamento
Alta sensibilidade
Tipo de água ideal
Água filtrada, de chuva ou pouco mineralizada
Tolera água com cloro
Pode reagir a excesso de cloro e flúor
Tolera água dura
Baixa tolerância
Necessita de água da chuva ou filtrada
Recomendada
Sinais de pouca água
Folhas enroladas, secas nas pontas e caules caídos
Sinais de excesso de água
Amarelecimento, manchas e odor no substrato
Método de rega indicado
Rega por cima lenta e uniforme
Rega por cima
Rega por cima lenta e uniforme
Rega por baixo
Pode ser usada ocasionalmente, drenando depois
Imersão
Somente para reidratar torrão muito seco
Irrigação por gotejamento
Possível com controle para não manter saturado

Umidade do ambiente

Umidade relativa ideal
60% a 80%
Necessita de borrifação
Pode ser feita com água de boa qualidade e ventilação, mas não substitui umidificação
Borrifar folhas é recomendado ou não
Pode ser feita com água de boa qualidade e ventilação, mas não substitui umidificação
Necessita de umidificador
Recomendado em ar seco
Pode usar bandeja com pedras
Pode ajudar modestamente
Tolera banheiro
Boa se houver luz
Tolera ar-condicionado
Baixa tolerância
Tolera aquecedor
Baixa tolerância
Tolera ambiente seco
Baixa
Sinais de baixa umidade
Pontas secas e folhas enroladas
Sinais de umidade excessiva
Manchas se faltar ventilação
Risco de fungos em alta umidade
Moderado

Solo para cultivo

Tipo de solo ideal
Humoso, leve, ácido e bem drenado
Arenoso
Solo arenoso não é a condição principal recomendada.
Argiloso
Solo argiloso não é a condição principal recomendada.
Humoso
Pode se adaptar a solo humoso quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Calcário
Solo calcário não é a condição principal recomendada.
Ácido
Pode se adaptar a solo ácido quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Neutro
Solo neutro não é a condição principal recomendada.
Alcalino
Solo alcalino não é a condição principal recomendada.
Faixa ideal de pH
5,5 a 6,5
Solo fértil ou pobre
Moderadamente fértil
Solo profundo ou superficial
Superficial a médio
Necessidade de drenagem
Alta com boa retenção
Tolerância à compactação
Baixa
Tolerância ao solo úmido
Tolera umidade regular
Tolerância ao solo seco
Baixa tolerância
Tolerância à salinidade
Baixa
Necessidade de matéria orgânica
Alta
Como preparar o local do plantio
Incorporar composto e material estruturante, mantendo drenagem

Substrato para vasos

Receita de substrato ideal
40% fibra de coco, 25% casca de pinus fina, 20% perlita e 15% húmus
Percentual de terra vegetal
0 a 20%
Percentual de matéria orgânica
25%
Percentual de areia
0%
Percentual de perlita
20%
Percentual de casca de pinus
25%
Percentual de fibra de coco
40%
Percentual de carvão
0 a 5%
Percentual de húmus
15%
Granulometria
Fina a média
Retenção de umidade
Alta
Nível de drenagem
Alta com boa retenção
Nível de aeração
Alta
pH ideal
5,5 a 6,5
Misturas que devem ser evitadas
Terra argilosa pura, excesso de pó fino e mistura sem drenagem
Substrato comercial indicado
Substrato para plantas tropicais de sombra com perlita
Frequência de renovação do substrato
A cada 1 a 2 anos

Vaso ideal

Pode ser cultivada em vaso
Sim, adapta-se bem ao cultivo em vaso.
Tamanho mínimo do vaso
12 a 15 cm
Profundidade mínima
12 a 20 cm
Largura mínima
15 a 25 cm
Vaso alto ou raso
Mais largo que profundo
Material mais indicado
Plástico ou cerâmica com furos
Barro
Pode secar rápido demais
Plástico
Muito indicado
Cerâmica
Bom se não for porosa demais
Cimento
Possível, desde que não seja grande demais
Autoirrigável
Pode funcionar com controle
Necessidade de furos
Obrigatórios; vários furos livres
Quantidade de furos
Vários furos livres, distribuídos pela base.
Necessidade de camada de drenagem
Não substitui substrato drenante; tela sobre os furos é suficiente
Necessidade de prato
Pode usar para proteger o móvel, sempre vazio
Pode deixar água no prato
Não; descarte toda a água após a rega.
Precisa de tutor
Não precisa de tutor em condições normais.
Precisa de suporte para trepar
Não precisa de suporte para trepar.
Quando trocar de vaso
Raízes ocupando o vaso, secagem muito rápida ou touceira apertada
Tamanho do novo vaso
Apenas 2 a 5 cm mais largo
Pode ficar com raízes apertadas
Tolera leve aperto
Risco de vaso grande demais
Aumenta o risco de encharcamento

Raízes

Tipo de raiz
Fibrosa com rizomas finos
Raiz profunda ou superficial
Superficial
Raízes agressivas
Não são consideradas agressivas para estruturas.
Raízes delicadas
São delicadas e devem ser manuseadas com cuidado.
Raízes aéreas
Não possui raízes aéreas relevantes.
Raiz tuberosa
Não possui raiz tuberosa verdadeira.
Rizoma
Possui rizoma.
Bulbo
Não possui bulbo.
Estolões
Não produz estolões típicos.
Sensibilidade ao transplante
Moderadamente sensível
Risco de quebrar calçadas
Baixo; o porte radicular não costuma quebrar calçadas.
Risco para tubulações
Baixo em cultivo ornamental comum.
Espaço mínimo para plantio
30 a 45 cm
Pode ser cultivada perto de muros
Pode ser cultivada próxima a muros sem risco estrutural
Sinais de raízes apodrecidas
Raízes escuras, moles, com mau cheiro e fácil desprendimento.
Sinais de raízes apertadas
Raízes circulando o vaso, deformação, secagem rápida e crescimento parado.

Adubação

Necessidade de adubação
Baixa a moderada
Frequência
A cada 30 a 45 dias na primavera e verão
Melhor época
Primavera e verão
Adubo orgânico indicado
Húmus, composto bem curtido ou bokashi em pouca quantidade
Adubo mineral indicado
Fertilizante equilibrado para folhagens ou floração
Formulação NPK
Equilibrado, como 10-10-10, em metade da dose
Adubo para crescimento
Equilibrado com micronutrientes
Adubo para floração
Desnecessário
Adubo para frutificação
Não é objetivo comum no cultivo ornamental
Quantidade recomendada
Usar metade da dose do fabricante em substrato previamente úmido
Adubação líquida ou sólida
Líquida diluída ou liberação lenta
Adubação foliar
Dispensável; pode manchar folhas
Húmus de minhoca
Indicado em camada fina
Bokashi
Indicado em dose pequena
Esterco curtido
Somente bem curtido e em pequena proporção
Farinha de ossos
Pouco necessária; excesso pode desequilibrar o substrato
Torta de mamona
Evitar em casas com pets e crianças
Osmocote ou adubo de liberação lenta
Boa opção em dose moderada
Quando suspender a adubação
Suspender no frio, após replantio ou quando a planta estiver doente
Sensibilidade ao excesso de adubo
Alta
Sinais de falta de nutrientes
Folhas pálidas, crescimento lento e pouca floração
Sinais de excesso de nutrientes
Pontas queimadas, crosta de sais e raízes danificadas

Como plantar

Melhor época para plantar
Primavera ou início do período quente
Plantio em vaso
Usar vaso com furos e 40% fibra de coco, 25% casca de pinus fina, 20% perlita e 15% húmus.
Plantio no jardim
Escolher local com luz indireta por 8 a 12 horas e solo humoso, leve, ácido e bem drenado.
Profundidade de plantio
Rizomas e colo próximos à superfície
Distância entre mudas
30 a 45 cm
Espaçamento recomendado
30 a 45 cm
Preparo da cova
Incorporar composto e material estruturante, mantendo drenagem
Necessidade de tutor
Não é necessário na maioria dos casos.
Necessidade de cobertura morta
Útil no jardim, sem encostar no colo
Cuidados nos primeiros dias
Manter em luz adequada, proteger de extremos e controlar a umidade sem encharcar.
Tempo de adaptação
3 a 6 semanas
Pode ser transplantada
Sim, com cuidado para preservar raízes.
Melhor horário para plantar
Fim da tarde ou manhã fresca.
Cuidados depois do transplante
Evitar adubo imediato, sol excessivo e rega em excesso.

Replantio e transplante

Frequência de replantio
A cada 1 a 2 anos
Melhor época para replantar
Primavera ou início do período quente
Sinais de que precisa trocar de vaso
Raízes ocupando o vaso, secagem muito rápida ou touceira apertada
Como retirar do vaso
Regar levemente no dia anterior, apoiar o torrão e retirar sem puxar pelas folhas.
Pode cortar raízes
Somente raízes mortas ou danificadas
Quanto aumentar o tamanho do vaso
2 a 4 cm
Cuidados depois da troca
Manter em local protegido, regar com moderação e observar sinais de apodrecimento.
Tempo sem adubar após o replantio
Aguardar 3 a 4 semanas
Tempo sem sol direto
2 semanas
Risco de choque de transplante
Moderado
Como recuperar após o transplante
Estabilizar luz e temperatura, evitar excesso de água e remover apenas partes realmente mortas.

Poda

Precisa de poda
Limpeza e controle
Tipo de poda
Remoção de folhas secas e ramos alongados
Poda de limpeza
Folhas secas e hastes fracas
Poda de formação
Cortar hastes acima de um nó favorece brotos laterais
Poda de manutenção
Dividir touceira e aparar ramos
Poda de floração
Remover flores ou hastes secas quando não houver interesse em sementes.
Poda de rejuvenescimento
Pode ser feita gradualmente em plantas adultas, sem remover toda a folhagem de uma vez.
Melhor época
Qualquer época, preferindo períodos quentes
Partes que podem ser removidas
Folhas secas e hastes fracas
Partes que não devem ser cortadas
Rizomas saudáveis
Altura segura para corte
Cortar pecíolos rente à base sem ferir o rizoma
Pode cortar folhas amarelas
Sim, cortar com ferramenta limpa junto à base ou ao ponto saudável.
Pode remover flores secas
Sim, isso melhora a aparência e reduz gasto de energia.
Necessita de ferramenta esterilizada
Sim, limpar a lâmina antes e depois.
Seiva irritante durante a poda
Não é especialmente irritante, mas luvas e higiene continuam recomendadas.
Como estimular ramificações
Cortar hastes acima de um nó favorece brotos laterais
Como controlar o tamanho
Dividir touceira e aparar ramos

Como fazer mudas

Sementes
Sim, sementes pode ser utilizada.
Estacas de caule
Sim, estacas de caule pode ser utilizada.
Estacas de folhas
Não é um método indicado para Maranta.
Divisão de touceira
Sim, divisão de touceira pode ser utilizada.
Separação de brotos
Sim, separação de brotos pode ser utilizada.
Rizomas
Sim, rizomas pode ser utilizada.
Bulbos
Não é um método indicado para Maranta.
Filhotes
Sim, filhotes pode ser utilizada.
Alporquia
Não é um método indicado para Maranta.
Mergulhia
Não é um método indicado para Maranta.
Enxertia
Não é um método indicado para Maranta.
Propagação na água
Sim, propagação na água pode ser utilizada.
Propagação no substrato
Sim, propagação no substrato pode ser utilizada.
Melhor época
Primavera ou início do período quente
Tempo médio para enraizar
3 a 6 semanas
Temperatura ideal
20 °C a 28 °C
Necessidade de hormônio enraizador
Não é necessário
Taxa de dificuldade
Fácil
Passo a passo resumido
Separar rizomas ou cortar haste com nó e manter em calor, umidade e luz indireta
Quando transferir a muda
Imediatamente após a divisão, mantendo sombra clara
Tempo até virar planta adulta
8 meses a 2 anos

Pragas

Cochonilha
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Pulgão
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Ácaro
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Tripes
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Mosca-branca
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Lesma
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Caracol
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Lagarta
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Formiga
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Fungus gnat
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Nematóide
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Broca
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Pragas mais comuns da espécie
Ácaros, cochonilhas, tripes e fungus gnats
Partes atacadas
Folhas, brotos, pecíolos, caules e raízes, conforme a praga.
Sintomas
Pontuações, manchas, teias, melada, deformação, perda de vigor ou insetos visíveis.
Como confirmar a infestação
Examinar frente e verso das folhas, axilas, base e substrato com boa luz.
Tratamento caseiro seguro
Isolar, remover manualmente e lavar; sabão inseticida próprio pode ser usado conforme rótulo.
Tratamento biológico
Óleo hortícola ou agentes biológicos registrados, respeitando a espécie e o rótulo.
Tratamento químico
Somente produto registrado para a praga e cultura ornamental, seguindo rótulo e segurança.
Como prevenir
Quarentena de plantas novas, ventilação, limpeza e inspeção frequente.
Frequência de inspeção
Semanal; duas vezes por semana durante surtos.

Doenças

Podridão de raízes
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Fungos nas folhas
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Oídio
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Ferrugem
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Antracnose
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Mancha foliar
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Míldio
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Bacteriose
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Vírus
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Podridão do caule
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Doenças mais comuns
Podridão radicular e manchas foliares
Sintomas
Manchas, amarelecimento, tecidos moles, odor, queda de folhas e crescimento parado.
Causa provável
Excesso de água, substrato contaminado, pouca ventilação, frio ou ferimentos.
Forma de transmissão
Água, ferramentas, substrato, insetos ou contato com plantas contaminadas.
Tratamento
Corrigir manejo, remover partes doentes e aplicar produto registrado apenas quando necessário.
Partes que precisam ser removidas
Tecidos moles, pretos ou com lesões em expansão, cortados até tecido saudável.
Necessidade de isolamento
Sim, quando houver suspeita de praga, bactéria, vírus ou fungo contagioso.
Prevenção
Substrato drenante, ferramenta limpa, ventilação e rega no momento correto.
Possibilidade de recuperação
Boa quando o problema é identificado cedo e ainda existem raízes ou caules saudáveis.

Diagnóstico pelas folhas

Folhas amarelas
Excesso de água, envelhecimento natural, frio ou deficiência nutricional.
Pontas secas
Ar seco, sais na água, rega irregular ou excesso de adubo; pontas secas e folhas enroladas.
Bordas queimadas
Sol forte, adubo concentrado, água salina ou baixa umidade.
Folhas enroladas
Sede, calor, baixa umidade, frio ou pragas.
Folhas murchas
Substrato seco, raízes sem oxigênio ou choque térmico.
Folhas caindo
Estresse hídrico, frio, mudança de local ou raízes danificadas.
Folhas transparentes
Excesso de água, frio ou ruptura celular.
Folhas escurecidas
Podridão, frio, queimadura ou tecido envelhecido.
Folhas com manchas
Fungo, bactéria, praga, gota fria, sol ou contato com produto.
Folhas pequenas
Pouca luz, pouca nutrição ou vaso muito apertado; crescimento lento, folhas menores e perda de contraste.
Folhas desbotadas
Excesso de sol, deficiência ou envelhecimento.
Folhas rasgadas
Dano mecânico, vento, transporte ou baixa umidade durante abertura.
Crescimento deformado
Pragas sugadoras, dano no broto, excesso de sais ou estresse.
Perda da variegação
Pouca luz, reversão genética ou brotos inteiramente verdes.
Causa provável
Comparar umidade do substrato, raízes, luz, temperatura e presença de pragas antes de tratar.
Como diferenciar falta e excesso de água
Na falta, o substrato está seco e leve; no excesso, permanece úmido, pesado e pode ter odor.
Solução recomendada
Ajustar rega para: regar quando o primeiro 1 a 2 cm secar; manter luz indireta por 8 a 12 horas e verificar raízes.
Tempo esperado de recuperação
De 2 a 8 semanas após corrigir a causa; folhas danificadas não voltam ao normal.

Problemas e diagnóstico

Planta não cresce
Verificar luz, temperatura, raízes e nutrientes; o crescimento natural é moderado.
Planta cresce estiolada
Falta de luz; oferecer gradualmente luz indireta por 8 a 12 horas.
Planta inclina para um lado
Crescimento em direção à luz; girar o vaso periodicamente e melhorar a iluminação.
Planta não floresce
Pode ser jovem, receber pouca luz ou adubo inadequado; a primeira floração ocorre em 1 a 2 anos, embora a floração seja discreta.
Botões caem antes de abrir
Oscilação de água, frio, calor, pragas ou mudança brusca.
Flores duram pouco
Calor intenso, sol excessivo, ar seco ou fim natural da floração.
Caule mole
Alerta para excesso de água e podridão; verificar imediatamente.
Caule escuro
Pode indicar necrose, frio ou podridão.
Raízes pretas
Provável podridão por falta de oxigênio.
Mau cheiro no substrato
Indica decomposição anaeróbia ou raízes apodrecidas.
Presença de mofo
Excesso de umidade, matéria orgânica em decomposição e pouca ventilação.
Planta caiu ou tombou
Vaso leve, raízes danificadas, crescimento desequilibrado ou tutor insuficiente.
Planta está perdendo folhas
Analisar frio, sede, encharcamento, mudança de local e pragas.
Plano de recuperação
Isolar, verificar raízes, cortar podridão, replantar em substrato adequado e estabilizar luz e temperatura.
Grau de urgência
Alto se houver tecido mole, odor ou raízes pretas; moderado em sintomas secos e estáveis.
Chance de recuperação
Boa enquanto houver tecido firme e raízes saudáveis.

Cultivo dentro de casa

Indicada para ambientes internos
Sim, desde que a necessidade de luz seja atendida.
Nível de dificuldade dentro de casa
Intermediária
Local ideal
Próximo a janela com cortina
Sala
Pode ficar em sala, desde que receba luz indireta por 8 a 12 horas e ventilação.
Quarto
Pode ficar em quarto, desde que receba luz indireta por 8 a 12 horas e ventilação.
Cozinha
Pode ficar em cozinha, desde que receba luz indireta por 8 a 12 horas e ventilação.
Banheiro
Pode ficar em banheiro, desde que receba luz indireta por 8 a 12 horas e ventilação.
Escritório
Pode ficar em escritório, desde que receba luz indireta por 8 a 12 horas e ventilação.
Varanda fechada
Pode ficar em varanda fechada, desde que receba luz indireta por 8 a 12 horas e ventilação.
Distância da janela
0,5 a 2 m
Necessidade de ventilação
Boa circulação de ar, sem corrente fria ou vento forte.
Tolera ar-condicionado
Baixa tolerância
Tolera baixa luz
Moderada; desenhos ficam menos intensos
Necessita de rotação do vaso
Girar um quarto de volta a cada 1 ou 2 semanas ajuda no crescimento uniforme.
Pode ficar perto de eletrônicos
Sim, sem bloquear ventilação e longe de calor direto ou água derramada.
Pode ficar em quarto de criança
Sim, com cuidados normais e sem incentivar ingestão.
Suja muito o ambiente
Não; exige apenas retirada de folhas ou flores velhas.
Solta folhas, flores ou frutos
Pode soltar partes velhas de forma gradual.
Possui cheiro forte
Sem perfume marcante

Cultivo no jardim

Indicada para jardim
Boa em jardins tropicais úmidos e sombreados
Solitária ou em grupo
Pode ser usada isolada ou em grupos, conforme porte.
Forração
Pode ser usada como forração.
Cerca-viva
Não é indicada como cerca-viva formal.
Maciço
Pode formar maciços ornamentais em clima adequado.
Canteiro
Pode ser cultivada em canteiro com solo e luz corretos.
Jardim tropical
Muito adequada.
Jardim seco
Não é indicada para jardim seco sem irrigação.
Jardim de sombra
Adequada.
Jardim vertical
Não é a principal opção.
Jardim de inverno
Adequada com luz e temperatura corretas.
Jardim de pedras
Não é indicada para local muito seco.
Margem de lago
Pode ficar próxima, sem raízes encharcadas.
Espaçamento
30 a 45 cm
Combinações com outras plantas
Calatéias, ctenanthe e stromanthe
Resistência à chuva
Tolera chuva se o solo drenar rapidamente.
Resistência ao vento
Evitar correntes de ar
Resistência à geada
Não tolera geada.
Necessidade de manutenção
Intermediária; inspeção semanal e manejo conforme estação.

Toxicidade e segurança

Tóxica para humanos
Não é conhecida como tóxica nas condições ornamentais usuais; ainda assim não deve ser ingerida.
Tóxica para cães
Não é conhecida como tóxica nas condições ornamentais usuais; ainda assim não deve ser ingerida.
Tóxica para gatos
Não é conhecida como tóxica nas condições ornamentais usuais; ainda assim não deve ser ingerida.
Tóxica para aves
Não é conhecida como tóxica, mas evite ingestão
Tóxica para cavalos
Não indicada como forragem
Parte tóxica da planta
Nenhuma toxicidade relevante conhecida para cultivo ornamental
Folha
Sem toxicidade relevante conhecida.
Flor
Sem toxicidade relevante conhecida.
Fruto
Não destinado ao consumo.
Semente
Não oferecer para ingestão.
Caule
Sem toxicidade relevante conhecida.
Seiva
Seiva pouco marcante; ainda assim evite contato com olhos
Raiz
Não destinada ao consumo; pode conter os mesmos compostos da planta.
Gravidade da toxicidade
Baixa
Sintomas de contato
Raros; se houver irritação, lavar a pele
Sintomas de ingestão
Grande quantidade pode causar desconforto digestivo inespecífico
Irrita a pele
Baixo risco, mas lave a pele após manuseio.
Irrita os olhos
Evitar contato; enxaguar se ocorrer.
Possui espinhos
Não possui espinhos.
Pode causar alergia
Baixo potencial
Segura para crianças
Considerada de baixo risco, mas não permitir ingestão.
Segura para pets
Considerada de baixo risco para cães e gatos, sem incentivar mastigação.
Cuidados no manuseio
Usar luvas em poda, lavar mãos e manter partes cortadas longe de crianças e animais.

Uso alimentar

Planta comestível
Não é planta alimentícia e não deve ser ingerida.
Partes comestíveis
Nenhuma parte é recomendada para consumo.
Forma de consumo
Não se aplica.
Crua ou cozida
Não consumir.
Necessita de preparo específico
Não se aplica; não consumir.
Possui partes tóxicas
Considerada não tóxica para cães e gatos, mas não deve ser usada como alimento
Sabor
Não provar.
Aroma
Sem perfume marcante
Uso culinário
Não possui uso culinário doméstico seguro.
Valor nutricional geral
Não se aplica ao cultivo ornamental.
Restrições de consumo
Não ingerir sem identificação botânica e fonte alimentar confiável.
Quantidade segura
Não há quantidade doméstica segura estabelecida.
Não confundir com espécies tóxicas
Confirmar o nome científico antes de qualquer uso; nomes populares podem se repetir.

Uso medicinal e tradicional

Uso tradicional
Não há indicação segura para automedicação
Parte utilizada
Não recomendar nenhuma parte para automedicação.
Forma de preparo
Não preparar remédios caseiros sem orientação profissional.
Chá
Não recomendado.
Infusão
Não recomendada.
Decocção
Não recomendada.
Uso tópico
Não recomendado sem avaliação de segurança.
Compostos conhecidos
Considerada não tóxica para cães e gatos, mas não deve ser usada como alimento
Evidência científica disponível
Limitada ou insuficiente para recomendar uso doméstico seguro.
Benefícios estudados
Dados botânicos ou farmacológicos não equivalem a eficácia clínica comprovada.
Riscos
Grande quantidade pode causar desconforto digestivo inespecífico
Contraindicações
Evitar em crianças, gestantes, lactantes, pets e pessoas sensíveis sem orientação médica.
Interações com medicamentos
Não estão adequadamente estabelecidas; não combinar por conta própria.
Uso durante gravidez
Não recomendado.
Uso durante amamentação
Não recomendado.
Uso infantil
Não recomendado.
Alerta de que não substitui tratamento médico
Não substitui diagnóstico, tratamento ou acompanhamento profissional.

Perfume e características

Possui perfume
Sem perfume marcante
Parte perfumada
Flores, quando apresentam aroma.
Tipo de aroma
Quase imperceptível
Intensidade
Muito baixo
Horário em que exala mais perfume
Pode variar; flores noturnas tendem a intensificar o aroma no fim do dia.
Perfume durante a floração
Quase imperceptível
Aroma das folhas quando amassadas
Não é recomendado amassar folhas para testar aroma.
Pode causar incômodo em ambiente fechado
Baixo na maioria dos casos; pessoas sensíveis devem observar reações.
Atrai insetos por causa do aroma
Pequenos insetos

Relação com a natureza

Atrai abelhas
Pode atrair quando floresce ao ar livre.
Atrai borboletas
Pode atrair ocasionalmente, dependendo das flores e região.
Atrai beija-flores
Não é uma das principais plantas para beija-flores.
Atrai pássaros
Pode oferecer abrigo; frutos raros podem atrair fauna.
Atrai morcegos
Não é uma atração principal.
Atrai insetos benéficos
Pequenos insetos
Planta hospedeira de lagartas
Não é amplamente conhecida como hospedeira principal.
Oferece alimento para animais
Pode oferecer cobertura e flores para pequenos insetos
Oferece abrigo
Folhagem pode oferecer abrigo a pequenos animais em jardins.
Ajuda na biodiversidade
Pode contribuir em jardins diversificados, preferindo espécies nativas locais.
Pode prejudicar espécies nativas
Baixo potencial em cultivo controlado
Polinização pelo vento
Não é o principal mecanismo.
Polinização por animais
Por pequenos insetos; dispensável para cultivo ornamental

Dificuldade de cultivo

Muito fácil
Não é classificada principalmente como muito fácil.
Fácil
Não é classificada principalmente como fácil.
Intermediária
Sim, o nível pode ser considerado intermediária.
Difícil
Não é classificada principalmente como difícil.
Especialista
Não é classificada principalmente como especialista.
Tolerância a erros
Moderada; erros repetidos causam danos.
Necessidade de atenção
Moderada, com observação de luz e umidade.
Frequência de manutenção
Inspeção semanal e cuidados conforme secagem e crescimento.
Indicada para iniciantes
Sim.
Principal erro de quem cultiva
Ar seco, água dura ou sol direto
Principal segredo para ter sucesso
Umidade alta, água de boa qualidade e luz filtrada
Tempo semanal aproximado de cuidado
15 a 30 minutos por semana

Calendário de cuidados

Rega
Ano todo conforme secagem; aumentar no calor ativo e reduzir no frio.
Adubação
Primavera e verão; suspender ou reduzir no período frio.
Poda
Qualquer época, preferindo períodos quentes
Plantio
Primavera ou início do período quente
Replantio
Primavera ou início do período quente
Propagação
Primavera ou início do período quente
Floração
Primavera e verão
Frutificação
Após polinização, raramente observada em interiores
Dormência
Sem dormência obrigatória; desacelera no frio e no ar seco
Proteção contra frio
Proteger quando a temperatura se aproximar de 16 °C.
Proteção contra calor
Tolera calor com alta umidade e sem sol direto
Controle de pragas
Inspeção semanal durante todo o ano, intensificando no calor e tempo seco.
Mudança de local
Fazer gradualmente, preferindo primavera ou período de temperatura estável.

Pode ou não pode?

Pode ficar no sol?
Evitar, salvo exposição muito suave
Pode ficar na sombra?
Tolera sombra clara
Pode ficar dentro de casa?
Sim, se receber a luz necessária.
Pode ficar no quarto?
Sim, com boa luz.
Pode ficar no banheiro?
Boa se houver luz
Pode ficar na varanda?
Sim, desde que luz, chuva, vento e frio estejam dentro da tolerância.
Pode pegar chuva?
Sim, quando o substrato drena rápido e não permanece saturado.
Pode pegar vento?
Evitar correntes de ar
Pode receber borrifação?
Pode ser feita com água de boa qualidade e ventilação, mas não substitui umidificação
Pode usar prato embaixo?
Sim para proteger a superfície, mas deve permanecer vazio.
Pode ficar perto de pets?
Sim, embora mastigação deva ser evitada.
Pode ser cultivada em água?
Pode enraizar em água.
Pode ser cultivada em vaso?
Sim.
Pode ser plantada no chão?
Sim, se o clima, luz e solo forem adequados.
Pode podar?
Limpeza e controle
Pode cortar raízes?
Somente raízes mortas ou danificadas
Pode usar borra de café?
Não diretamente; pode compactar e acidificar de forma imprevisível.
Pode usar casca de ovo?
Não como correção imediata; compostada e triturada tem efeito lento e incerto.
Pode usar adubo químico?
Sim, em dose adequada e com substrato úmido.

Cuidados rápidos

Luz ideal
Luz indireta por 8 a 12 horas
Rega
Regar quando o primeiro 1 a 2 cm secar
Umidade
60% a 80%
Temperatura
18 °C a 27 °C
Substrato
40% fibra de coco, 25% casca de pinus fina, 20% perlita e 15% húmus
Adubação
A cada 30 a 45 dias na primavera e verão
Dificuldade
Intermediária
Toxicidade
Considerada não tóxica para cães e gatos, mas não deve ser usada como alimento
Tamanho adulto
20 cm a 40 cm, conforme ambiente.
Crescimento
Moderado
Floração
Primavera e verão
Ambiente ideal
Próximo a janela com cortina

Erros comuns

Regar por calendário
Erro: a rega deve seguir a secagem real do substrato.
Usar vaso sem furos
Erro grave: aumenta muito o risco de podridão.
Deixar água no prato
Erro: esvaziar após cada rega.
Colocar diretamente no sol
Erro quando não há adaptação; aumentar a exposição gradualmente.
Cultivar em local escuro
Erro: tolerar pouca luz não significa viver sem luz.
Borrifar uma planta que não gosta
Observar a espécie; para Maranta, pode ser feita com água de boa qualidade e ventilação, mas não substitui umidificação.
Usar substrato compacto
Erro: usar 40% fibra de coco, 25% casca de pinus fina, 20% perlita e 15% húmus.
Adubar planta doente
Erro: primeiro corrigir raízes, água, luz e pragas.
Trocar de vaso com frequência
Erro: replantar apenas quando necessário.
Usar vaso muito grande
Aumenta o risco de encharcamento
Não observar pragas
Erro: examinar folhas, axilas e substrato semanalmente.
Confundir dormência com morte
Atenção: sem dormência obrigatória; desacelera no frio e no ar seco.

Curiosidades

Significado do nome científico
O gênero homenageia o médico e botânico Bartolomeo Maranta.
História da descoberta
A espécie foi descrita cientificamente e hoje é aceita como Maranta leuconeura É.Morren.
Significado cultural
É valorizada como ornamental e pode ter significados populares que variam por região.
Simbolismo
O simbolismo depende da cultura e não representa uma propriedade botânica.
Uso religioso ou tradicional
Existem usos culturais locais; eles não comprovam segurança medicinal ou alimentar.
Recordes de tamanho
No habitat ou no solo pode atingir 40 cm.
Comportamentos curiosos
Apresenta crescimento rasteiro e lateral e adaptações ao seu habitat natural.
Mudanças ao longo do dia
Folhas e flores podem alterar posição conforme luz, temperatura e água.
Origem do nome popular
O nome “Maranta” surgiu pela aparência ou pelo uso cultural e pode variar regionalmente.
Variedades famosas
Existem cultivares selecionadas por cor, porte, folhagem ou floração.
Curiosidades sobre flores, folhas ou frutos
Pequenas flores tubulares em hastes finas e oval a elíptica são características marcantes.

Plantas parecidas

Parecida com quais plantas
Calatéias, ctenanthe e stromanthe
Como diferenciar de espécies semelhantes
Confirmar oval a elíptica, hábito rasteiro e lateral, raízes e inflorescência.
Planta frequentemente confundida
Calatéias, ctenanthe e stromanthe
Diferença entre variedades
Variedades podem mudar cor, tamanho, forma da folha e intensidade de crescimento.
Qual variedade cresce mais
Cultivares verdes e vigorosos costumam crescer mais que formas muito variegadas.
Qual floresce mais
Depende da cultivar, maturidade, luz, temperatura e adubação equilibrada.
Qual é mais resistente
Formas verdes geralmente toleram melhor variações que cultivares muito variegadas.
Qual é mais adequada para interiores
Cultivares compactas e adaptadas à luz indireta são mais práticas.

Dados e confiabilidade

Data da última atualização
31 de julho de 2026
Fonte das informações
Kew Plants of the World Online; literatura de Marantaceae; guias técnicos de plantas tropicais
Autor ou revisor
Conteúdo técnico estruturado para o Super Guia das Plantas; recomenda-se revisão botânica antes da publicação em massa.
Nível de confiança da informação
Alta para taxonomia e origem; moderada a alta para manejo
Informações baseadas em experiência prática
Frequências de rega, adubação e manutenção são referências práticas e devem ser ajustadas ao ambiente.
Informações baseadas em literatura científica
Taxonomia, distribuição nativa e hábito foram priorizados a partir de bases botânicas.
Nome científico aceito atualmente
Maranta leuconeura É.Morren
Sinônimos botânicos
Calathea leuconeura (É.Morren) G.Nicholson e outros sinônimos históricos
Identificador em base botânica
Urn:lsid:ipni.org:names:797361-1
Região usada como referência para os cuidados
Brasil, com atenção especial a cultivo doméstico e diferenças entre regiões.
Observação de que o cultivo muda conforme o clima
Rega, luz, crescimento e floração variam com temperatura, umidade, estação, vaso e microclima.