Guia de plantas

Zamioculca

Guia completo de Zamioculca (Zamioculcas zamiifolia (G.Lodd.) Engl.): características, cultivo e informações da planta.

Guia completo com informações sobre características, cultivo e necessidades de Zamioculca.

Nome científico
Zamioculcas zamiifolia (G.Lodd.) Engl.
Categoria
Herbácea rizomatosa ornamental
Outros nomes
Planta-da-fortuna, Zamioculcas, ZZ plant

Conheça a planta

Nome popular principal
Zamioculca
Outros nomes populares
Planta-da-fortuna | Zamioculcas | ZZ plant
Nome científico
Zamioculcas zamiifolia (G.Lodd.) Engl.
Família botânica
Araceae
Gênero
Zamioculcas
Espécie
Zamioculcas zamiifolia
Cultivar ou variedade
A ficha descreve a espécie; cultivares podem alterar cor, porte e floração.
Descrição curta
Herbácea rizomatosa ornamental de vertical em touceira, valorizada pela folhagem e pelo uso ornamental.
Característica mais marcante
Verde-escuro brilhante e vertical em touceira.
Nível de popularidade
Muito popular no paisagismo e no cultivo doméstico.
Planta rara ou comum
Comum no comércio de plantas ornamentais.

Origem e habitat natural

País ou região de origem
Quênia ao leste da África do Sul
Continente
África
Bioma natural
Trópicos sazonalmente secos
Tipo de habitat
Florestas abertas, savanas e áreas rochosas com estação seca
Floresta, campo, deserto, montanha, brejo etc.
Florestas abertas, savanas e áreas rochosas com estação seca
Altitude onde ocorre
Baixas a médias altitudes da África oriental e austral
Clima de origem
Tropical sazonalmente seco a subtropical protegido
Umidade do habitat
35% a 60%
Tipo de solo natural
Leve, arenoso e extremamente drenante
Planta nativa ou exótica no Brasil
Exótica cultivada no Brasil
Distribuição geográfica
Nativa do leste e sudeste da África
Espécie ameaçada ou protegida
Sem proteção geral conhecida; comum no comércio
Potencial invasor
Baixo em cultivo doméstico

Tipo da planta

Árvore
Não, Zamioculca não é classificada como árvore.
Arbusto
Não, Zamioculca não é classificada como arbusto.
Subarbusto
Não, Zamioculca não é classificada como subarbusto.
Herbácea
É uma planta herbácea.
Trepadeira
Não, Zamioculca não é classificada como trepadeira.
Pendente
Não, Zamioculca não é classificada como pendente.
Rasteira
Não, Zamioculca não é classificada como rasteira.
Forração
Não, Zamioculca não é classificada como forração.
Palmeira
Não, Zamioculca não é classificada como palmeira.
Suculenta
Possui tecidos de reserva e comportamento suculento.
Cacto
Não, Zamioculca não é classificada como cacto.
Bulbosa
Não, Zamioculca não é classificada como bulbosa.
Rizomatosa
Possui rizoma ou estrutura subterrânea semelhante.
Aquática
Não, Zamioculca não é classificada como aquática.
Epífita
Não, Zamioculca não é classificada como epífita.
Carnívora
Não, Zamioculca não é classificada como carnívora.
Samambaia
Não, Zamioculca não é classificada como samambaia.
Orquídea
Não, Zamioculca não é classificada como orquídea.
Bromélia
Não, Zamioculca não é classificada como bromélia.
Frutífera
Não, Zamioculca não é classificada como frutífera.
Hortaliça
Não, Zamioculca não é classificada como hortaliça.
Erva aromática
Não, Zamioculca não é classificada como erva aromática.

Ciclo de vida

Anual
Não, é uma planta de vida longa.
Bienal
Não, não é bienal.
Perene
Sim, é perene.
Semiperene
Pode reduzir folhas sob estresse, mas normalmente é tratada como perene.
Decídua
Não é normalmente decídua.
Semidecídua
Normalmente mantém a folhagem, salvo estresse intenso.
Sempre-verde
Mantém folhas durante o ano em condições adequadas.
Tempo médio de vida
Muitos anos, frequentemente mais de uma década
Velocidade de crescimento
Lento
Tempo para atingir o tamanho adulto
3 a 5 anos
Tempo para começar a florescer
Vários anos; floração é discreta e pouco frequente
Época de dormência
Pode entrar em repouso relativo sob seca ou frio
Perde folhas em alguma estação
Não normalmente; folhas velhas caem de forma gradual.
Comportamento durante o inverno
Pode entrar em repouso relativo sob seca ou frio

Tamanho e crescimento

Altura mínima
30 cm
Altura máxima
100 cm
Largura mínima
30 cm
Largura máxima
100 cm
Tamanho quando cultivada em vaso
40 a 90 cm
Tamanho quando plantada no solo
Até cerca de 1 m em clima quente
Diâmetro da copa
Touceira ereta de 30 a 100 cm
Comprimento dos ramos
Folhas compostas emergem diretamente dos rizomas
Comprimento das raízes
Raízes carnosas e rizomas concentrados no vaso
Tamanho das folhas
Folhas compostas de 30 a 100 cm; folíolos de 5 a 15 cm
Tamanho das flores
Inflorescência pequena, geralmente abaixo de 10 cm
Tamanho dos frutos
Bagas pequenas e raras
Porte pequeno, médio ou grande
Pequeno a médio
Crescimento vertical, lateral, pendente ou rasteiro
Vertical em touceira

Folhas e folhagem

Cor das folhas
Verde-escuro brilhante
Variações de cor
Cultivares podem ter folhas quase negras ou variegadas
Formato das folhas
Folíolos elípticos sobre pecíolo carnoso
Textura
Lisa, espessa e carnosa
Brilhante ou fosca
Muito brilhante
Lisa, rugosa ou aveludada
Lisa
Espessura
Espessa
Presença de espinhos
Não possui espinhos.
Presença de pelos
Não possui pelos relevantes.
Folhagem variegata
A forma típica não é variegada; cultivares podem existir.
Mudança de cor durante o ano
Permanece verde, podendo perder folhas sob estresse extremo
Folhas aromáticas
Não possuem aroma marcante.
Folhas com seiva
Seiva irritante com oxalato
Folhas sensíveis ao toque
Não apresentam resposta rápida ao toque.
Folhas comestíveis
Não são recomendadas para consumo.
Folhas tóxicas
São tóxicas ou irritantes.

Flores e floração

Produz flores ou não
Sim, produz flores.
Cor das flores
Espádice creme a amarelado com espata esverdeada
Formato
Inflorescência pequena próxima à base
Tamanho
Inflorescência pequena, geralmente abaixo de 10 cm
Aroma
Discreto
Intensidade do perfume
Baixo
Época de floração
Primavera ou verão, de forma irregular
Duração da floração
Algumas semanas
Duração de cada flor
Curta a moderada
Frequência de floração
Rara em interiores
Floresce uma ou várias vezes por ano
Rara em interiores
Floresce dentro de casa
Sim, quando recebe luz e manejo adequados.
Idade aproximada da primeira floração
Vários anos; floração é discreta e pouco frequente
Necessita de polinização
Necessária apenas para sementes
Polinizadores atraídos
Pequenos insetos no habitat
Flor comestível
Não é recomendada para consumo.
Flor tóxica
Pode ser tóxica ou irritante.
Como estimular a floração
Oferecer luz indireta por várias horas; tolera menos, temperatura de 18 °C a 30 °C e adubação equilibrada sem excesso de nitrogênio.
Motivos para não florescer
Pouca luz, planta jovem, frio, excesso de nitrogênio, raízes doentes ou estresse hídrico.

Frutos e sementes

Produz frutos
Sim, após polinização, embora possa ser raro em cultivo.
Tipo de fruto
Bagas pequenas após polinização
Cor do fruto
Esverdeado a castanho
Tamanho
Bagas pequenas e raras
Época de frutificação
Rara e pouco observada em cultivo
Fruto comestível
Não é recomendado para consumo.
Fruto tóxico
Pode ser tóxico ou irritante.
Possui sementes
Sim, quando ocorre frutificação.
Quantidade aproximada de sementes
Poucas por infrutescência
Tempo para germinar
Lenta e pouco usada comercialmente
Necessidade de estratificação
Não costuma exigir estratificação.
Necessidade de escarificação
Não costuma exigir escarificação.
Viabilidade das sementes
Variável; propagação vegetativa é preferida
Atrai aves ou outros animais
Baixa relevância para fauna em interiores

Clima ideal

Clima tropical
Sim, adapta-se ao clima tropical com manejo adequado.
Subtropical
Sim, adapta-se ao clima subtropical com manejo adequado.
Equatorial
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições equatorial.
Mediterrâneo
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições mediterrâneo.
Temperado
Não é o clima principal; exige proteção e ajustes em condições temperado.
Semiárido
Sim, adapta-se ao clima semiárido com manejo adequado.
Clima ideal principal
Tropical sazonalmente seco a subtropical protegido
Temperatura mínima
Cerca de 15 °C para cultivo seguro; abaixo disso aumenta o risco de danos.
Temperatura máxima
Cerca de 32 °C com manejo adequado.
Faixa ideal de temperatura
18 °C a 30 °C
Tolerância ao calor
Boa tolerância ao calor sem sol escaldante
Tolerância ao frio
Sensível abaixo de 10 a 12 °C
Tolerância à geada
Não tolera geada.
Tolerância à neve
Não tolera neve.
Tolerância a mudanças bruscas
Tolera alguma variação, mas não frio brusco
Umidade ideal do ar
35% a 60%
Tolerância ao ar seco
Boa tolerância
Tolerância ao vento
Evitar vento frio
Tolerância à maresia
Baixa a moderada tolerância indireta
Zona climática
Ambientes sem geada
Regiões brasileiras mais indicadas
Adapta-se bem em todo o Brasil dentro de casa; proteger no Sul

Luz ideal

Sol pleno
Não é a condição indicada para Zamioculca.
Meia-sombra
Sim, meia-sombra pode ser adequada.
Sombra clara
Sim, sombra clara pode ser adequada.
Luz indireta forte
Sim, luz indireta forte pode ser adequada.
Luz indireta moderada
Sim, luz indireta moderada pode ser adequada.
Baixa luminosidade
Sim, baixa luminosidade pode ser adequada.
Quantidade ideal de horas de sol
Luz indireta por várias horas; tolera menos
Sol da manhã
Pode receber sol fraco após adaptação
Sol da tarde
Evitar
Pode receber sol direto
Somente suave e gradual
Precisa de adaptação ao sol
Sim, qualquer aumento de sol deve ser gradual.
Tolera sombra
Tolera bem, mas cresce muito devagar
Sintomas de falta de luz
Crescimento parado, pecíolos alongados e folhas espaçadas
Sintomas de excesso de sol
Queimaduras amareladas ou marrons
Melhor posição dentro de casa
De 0,5 a 3 m de uma janela clara
Distância ideal da janela
0,5 a 3 m
Orientação da janela
Qualquer janela clara sem sol forte
Necessidade de luz artificial
Adapta-se a escritórios com luz artificial adequada

Como regar

Frequência média de rega
Regar somente quando o substrato estiver quase totalmente seco
Quantidade aproximada de água
Molhar profundamente e deixar drenar
Como verificar se precisa regar
Verificar vários centímetros e o peso do vaso
Profundidade de secagem antes da rega
Pelo menos metade do vaso seca; em frio, quase totalmente
Manter úmido ou deixar secar
Deixar secar bem entre regas
Regar folhas ou apenas o substrato
Regar o substrato
Melhor horário para regar
Manhã
Frequência no verão
Em média a cada 10 a 20 dias, conforme ambiente
Frequência no inverno
Pode chegar a 20 a 40 dias ou mais
Frequência durante a floração
Sem aumento especial
Frequência durante a dormência
Muito reduzida
Tolera falta de água
Alta
Tolera excesso de água
Muito baixa
Sensibilidade ao encharcamento
Extremamente sensível
Tipo de água ideal
Água comum, sem excesso
Tolera água com cloro
Boa tolerância
Tolera água dura
Moderada
Necessita de água da chuva ou filtrada
Normalmente desnecessária
Sinais de pouca água
Folíolos enrugados, queda e rizomas muito leves
Sinais de excesso de água
Amarelecimento rápido, pecíolos moles e rizomas apodrecidos
Método de rega indicado
Rega por cima e drenagem completa
Rega por cima
Rega por cima e drenagem completa
Rega por baixo
Pode ser usada, sem deixar de molho
Imersão
Não recomendada como rotina
Irrigação por gotejamento
Pouco necessário

Umidade do ambiente

Umidade relativa ideal
35% a 60%
Necessita de borrifação
Não recomendada como rotina
Borrifar folhas é recomendado ou não
Não recomendada como rotina
Necessita de umidificador
Desnecessário
Pode usar bandeja com pedras
Desnecessário
Tolera banheiro
Só se houver muita luz e ventilação
Tolera ar-condicionado
Tolera, sem jato direto
Tolera aquecedor
Tolera ambiente seco, evitando calor direto
Tolera ambiente seco
Alta
Sinais de baixa umidade
Raramente apresenta problemas apenas por ar seco
Sinais de umidade excessiva
Risco de manchas e podridão com excesso de água
Risco de fungos em alta umidade
Baixo no ar; alto no substrato encharcado

Solo para cultivo

Tipo de solo ideal
Leve, arenoso e extremamente drenante
Arenoso
Pode se adaptar a solo arenoso quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Argiloso
Solo argiloso não é a condição principal recomendada.
Humoso
Solo humoso não é a condição principal recomendada.
Calcário
Solo calcário não é a condição principal recomendada.
Ácido
Pode se adaptar a solo ácido quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Neutro
Pode se adaptar a solo neutro quando a estrutura e a drenagem são adequadas.
Alcalino
Solo alcalino não é a condição principal recomendada.
Faixa ideal de pH
6,0 a 7,0
Solo fértil ou pobre
Baixa a moderada
Solo profundo ou superficial
Superficial a médio
Necessidade de drenagem
Muito alta
Tolerância à compactação
Muito baixa
Tolerância ao solo úmido
Muito baixa
Tolerância ao solo seco
Alta
Tolerância à salinidade
Moderada
Necessidade de matéria orgânica
Baixa a moderada
Como preparar o local do plantio
Misturar areia grossa e material mineral, evitando baixadas

Substrato para vasos

Receita de substrato ideal
40% substrato orgânico, 30% perlita ou pedra-pomes, 20% areia grossa e 10% carvão
Percentual de terra vegetal
20%
Percentual de matéria orgânica
20%
Percentual de areia
20%
Percentual de perlita
30%
Percentual de casca de pinus
0 a 10%
Percentual de fibra de coco
10%
Percentual de carvão
10%
Percentual de húmus
0 a 10%
Granulometria
Média a grossa
Retenção de umidade
Baixa a média
Nível de drenagem
Muito alta
Nível de aeração
Muito alta
pH ideal
6,0 a 7,0
Misturas que devem ser evitadas
Terra argilosa, turfa pura e excesso de matéria orgânica
Substrato comercial indicado
Substrato para suculentas ajustado com componente orgânico
Frequência de renovação do substrato
A cada 2 a 3 anos

Vaso ideal

Pode ser cultivada em vaso
Sim, adapta-se bem ao cultivo em vaso.
Tamanho mínimo do vaso
12 a 15 cm
Profundidade mínima
15 a 25 cm
Largura mínima
Pouco maior que o conjunto de rizomas
Vaso alto ou raso
Estável e proporcional
Material mais indicado
Barro é excelente; plástico funciona com rega cuidadosa
Barro
Muito indicado
Plástico
Possível, exige menos rega
Cerâmica
Bom com furos
Cimento
Bom para exemplares grandes
Autoirrigável
Geralmente não indicado
Necessidade de furos
Obrigatórios e amplos
Quantidade de furos
Vários furos livres, distribuídos pela base.
Necessidade de camada de drenagem
Tela nos furos; substrato mineral é essencial
Necessidade de prato
Somente vazio
Pode deixar água no prato
Não; descarte toda a água após a rega.
Precisa de tutor
Não precisa de tutor em condições normais.
Precisa de suporte para trepar
Não precisa de suporte para trepar.
Quando trocar de vaso
Rizomas deformando o vaso ou raízes muito apertadas
Tamanho do novo vaso
2 a 4 cm maior
Pode ficar com raízes apertadas
Tolera bem
Risco de vaso grande demais
Alto risco de apodrecimento

Raízes

Tipo de raiz
Rizomas tuberosos com raízes carnosas
Raiz profunda ou superficial
Média
Raízes agressivas
Não são consideradas agressivas para estruturas.
Raízes delicadas
São delicadas e devem ser manuseadas com cuidado.
Raízes aéreas
Não possui raízes aéreas relevantes.
Raiz tuberosa
Possui estrutura tuberosa ou de reserva.
Rizoma
Possui rizoma.
Bulbo
Não possui bulbo.
Estolões
Não produz estolões típicos.
Sensibilidade ao transplante
Boa quando rizomas não são feridos
Risco de quebrar calçadas
Baixo; o porte radicular não costuma quebrar calçadas.
Risco para tubulações
Baixo em cultivo ornamental comum.
Espaço mínimo para plantio
40 a 60 cm
Pode ser cultivada perto de muros
Seguro próximo a estruturas
Sinais de raízes apodrecidas
Raízes escuras, moles, com mau cheiro e fácil desprendimento.
Sinais de raízes apertadas
Raízes circulando o vaso, deformação, secagem rápida e crescimento parado.

Adubação

Necessidade de adubação
Baixa
Frequência
A cada 60 a 90 dias na primavera e verão
Melhor época
Período quente
Adubo orgânico indicado
Húmus em pequena quantidade
Adubo mineral indicado
Equilibrado, bem diluído
Formulação NPK
10-10-10 em um quarto a metade da dose
Adubo para crescimento
Equilibrado
Adubo para floração
Desnecessário
Adubo para frutificação
Desnecessário
Quantidade recomendada
Um quarto a metade da dose
Adubação líquida ou sólida
Lenta ou líquida muito diluída
Adubação foliar
Dispensável
Húmus de minhoca
Pouco
Bokashi
Com muita moderação
Esterco curtido
Não recomendado no vaso
Farinha de ossos
Desnecessária
Torta de mamona
Evitar
Osmocote ou adubo de liberação lenta
Boa em baixa dose
Quando suspender a adubação
Outono/inverno, após replantio e doença
Sensibilidade ao excesso de adubo
Alta ao excesso
Sinais de falta de nutrientes
Crescimento muito lento e folhas pálidas
Sinais de excesso de nutrientes
Queimaduras e acúmulo de sais

Como plantar

Melhor época para plantar
Primavera
Plantio em vaso
Usar vaso com furos e 40% substrato orgânico, 30% perlita ou pedra-pomes, 20% areia grossa e 10% carvão.
Plantio no jardim
Escolher local com luz indireta por várias horas; tolera menos e solo leve, arenoso e extremamente drenante.
Profundidade de plantio
Rizomas logo abaixo da superfície
Distância entre mudas
40 a 60 cm
Espaçamento recomendado
40 a 60 cm
Preparo da cova
Misturar areia grossa e material mineral, evitando baixadas
Necessidade de tutor
Não é necessário na maioria dos casos.
Necessidade de cobertura morta
Camada fina, sem reter água no colo
Cuidados nos primeiros dias
Manter em luz adequada, proteger de extremos e controlar a umidade sem encharcar.
Tempo de adaptação
3 a 8 semanas
Pode ser transplantada
Sim, com cuidado para preservar raízes.
Melhor horário para plantar
Fim da tarde ou manhã fresca.
Cuidados depois do transplante
Evitar adubo imediato, sol excessivo e rega em excesso.

Replantio e transplante

Frequência de replantio
A cada 2 a 3 anos
Melhor época para replantar
Primavera
Sinais de que precisa trocar de vaso
Rizomas deformando o vaso ou raízes muito apertadas
Como retirar do vaso
Regar levemente no dia anterior, apoiar o torrão e retirar sem puxar pelas folhas.
Pode cortar raízes
Apenas partes podres, com ferramenta limpa
Quanto aumentar o tamanho do vaso
2 a 4 cm
Cuidados depois da troca
Manter em local protegido, regar com moderação e observar sinais de apodrecimento.
Tempo sem adubar após o replantio
4 a 6 semanas
Tempo sem sol direto
1 a 2 semanas
Risco de choque de transplante
Baixo a moderado
Como recuperar após o transplante
Estabilizar luz e temperatura, evitar excesso de água e remover apenas partes realmente mortas.

Poda

Precisa de poda
Somente limpeza
Tipo de poda
Remoção de folhas velhas
Poda de limpeza
Folhas amarelas e pecíolos moles
Poda de formação
Novos brotos surgem dos rizomas
Poda de manutenção
Dividir rizomas e limitar o vaso
Poda de floração
Remover flores ou hastes secas quando não houver interesse em sementes.
Poda de rejuvenescimento
Pode ser feita gradualmente em plantas adultas, sem remover toda a folhagem de uma vez.
Melhor época
Qualquer época, preferindo calor
Partes que podem ser removidas
Folhas amarelas e pecíolos moles
Partes que não devem ser cortadas
Rizomas e brotos novos
Altura segura para corte
Pecíolo rente ao substrato
Pode cortar folhas amarelas
Sim, cortar com ferramenta limpa junto à base ou ao ponto saudável.
Pode remover flores secas
Sim, isso melhora a aparência e reduz gasto de energia.
Necessita de ferramenta esterilizada
Sim, limpar a lâmina antes e depois.
Seiva irritante durante a poda
Sim; usar luvas e evitar olhos e boca.
Como estimular ramificações
Novos brotos surgem dos rizomas
Como controlar o tamanho
Dividir rizomas e limitar o vaso

Como fazer mudas

Sementes
Sim, sementes pode ser utilizada.
Estacas de caule
Não é um método indicado para Zamioculca.
Estacas de folhas
Sim, estacas de folhas pode ser utilizada.
Divisão de touceira
Sim, divisão de touceira pode ser utilizada.
Separação de brotos
Sim, separação de brotos pode ser utilizada.
Rizomas
Sim, rizomas pode ser utilizada.
Bulbos
Não é um método indicado para Zamioculca.
Filhotes
Sim, filhotes pode ser utilizada.
Alporquia
Não é um método indicado para Zamioculca.
Mergulhia
Não é um método indicado para Zamioculca.
Enxertia
Não é um método indicado para Zamioculca.
Propagação na água
Sim, propagação na água pode ser utilizada.
Propagação no substrato
Sim, propagação no substrato pode ser utilizada.
Melhor época
Primavera
Tempo médio para enraizar
1 a 6 meses, conforme método
Temperatura ideal
22 °C a 30 °C
Necessidade de hormônio enraizador
Não obrigatório
Taxa de dificuldade
Fácil por divisão e lenta por folha
Passo a passo resumido
Separar rizomas com brotos, cicatrizar cortes e plantar em substrato drenante
Quando transferir a muda
Após cicatrização, diretamente no vaso definitivo pequeno
Tempo até virar planta adulta
2 a 5 anos

Pragas

Cochonilha
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Pulgão
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Ácaro
Pode ocorrer, especialmente em plantas estressadas ou agrupadas.
Tripes
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Mosca-branca
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Lesma
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Caracol
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Lagarta
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Formiga
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Fungus gnat
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Nematóide
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Broca
Não é das pragas mais frequentes, mas pode ocorrer em condições favoráveis.
Pragas mais comuns da espécie
Cochonilha e ácaro, geralmente pouco frequentes
Partes atacadas
Folhas, brotos, pecíolos, caules e raízes, conforme a praga.
Sintomas
Pontuações, manchas, teias, melada, deformação, perda de vigor ou insetos visíveis.
Como confirmar a infestação
Examinar frente e verso das folhas, axilas, base e substrato com boa luz.
Tratamento caseiro seguro
Isolar, remover manualmente e lavar; sabão inseticida próprio pode ser usado conforme rótulo.
Tratamento biológico
Óleo hortícola ou agentes biológicos registrados, respeitando a espécie e o rótulo.
Tratamento químico
Somente produto registrado para a praga e cultura ornamental, seguindo rótulo e segurança.
Como prevenir
Quarentena de plantas novas, ventilação, limpeza e inspeção frequente.
Frequência de inspeção
Semanal; duas vezes por semana durante surtos.

Doenças

Podridão de raízes
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Fungos nas folhas
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Oídio
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Ferrugem
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Antracnose
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Mancha foliar
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Míldio
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Bacteriose
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Vírus
Pode ocorrer, mas não é o problema mais típico em cultivo correto.
Podridão do caule
É um problema relevante, principalmente com excesso de água ou pouca ventilação.
Doenças mais comuns
Podridão de rizomas e raízes por excesso de água
Sintomas
Manchas, amarelecimento, tecidos moles, odor, queda de folhas e crescimento parado.
Causa provável
Excesso de água, substrato contaminado, pouca ventilação, frio ou ferimentos.
Forma de transmissão
Água, ferramentas, substrato, insetos ou contato com plantas contaminadas.
Tratamento
Corrigir manejo, remover partes doentes e aplicar produto registrado apenas quando necessário.
Partes que precisam ser removidas
Tecidos moles, pretos ou com lesões em expansão, cortados até tecido saudável.
Necessidade de isolamento
Sim, quando houver suspeita de praga, bactéria, vírus ou fungo contagioso.
Prevenção
Substrato drenante, ferramenta limpa, ventilação e rega no momento correto.
Possibilidade de recuperação
Boa quando o problema é identificado cedo e ainda existem raízes ou caules saudáveis.

Diagnóstico pelas folhas

Folhas amarelas
Excesso de água, envelhecimento natural, frio ou deficiência nutricional.
Pontas secas
Ar seco, sais na água, rega irregular ou excesso de adubo; raramente apresenta problemas apenas por ar seco.
Bordas queimadas
Sol forte, adubo concentrado, água salina ou baixa umidade.
Folhas enroladas
Sede, calor, baixa umidade, frio ou pragas.
Folhas murchas
Substrato seco, raízes sem oxigênio ou choque térmico.
Folhas caindo
Estresse hídrico, frio, mudança de local ou raízes danificadas.
Folhas transparentes
Excesso de água, frio ou ruptura celular.
Folhas escurecidas
Podridão, frio, queimadura ou tecido envelhecido.
Folhas com manchas
Fungo, bactéria, praga, gota fria, sol ou contato com produto.
Folhas pequenas
Pouca luz, pouca nutrição ou vaso muito apertado; crescimento parado, pecíolos alongados e folhas espaçadas.
Folhas desbotadas
Excesso de sol, deficiência ou envelhecimento.
Folhas rasgadas
Dano mecânico, vento, transporte ou baixa umidade durante abertura.
Crescimento deformado
Pragas sugadoras, dano no broto, excesso de sais ou estresse.
Perda da variegação
Pouca luz, reversão genética ou brotos inteiramente verdes.
Causa provável
Comparar umidade do substrato, raízes, luz, temperatura e presença de pragas antes de tratar.
Como diferenciar falta e excesso de água
Na falta, o substrato está seco e leve; no excesso, permanece úmido, pesado e pode ter odor.
Solução recomendada
Ajustar rega para: regar somente quando o substrato estiver quase totalmente seco; manter luz indireta por várias horas; tolera menos e verificar raízes.
Tempo esperado de recuperação
De 2 a 8 semanas após corrigir a causa; folhas danificadas não voltam ao normal.

Problemas e diagnóstico

Planta não cresce
Verificar luz, temperatura, raízes e nutrientes; o crescimento natural é lento.
Planta cresce estiolada
Falta de luz; oferecer gradualmente luz indireta por várias horas; tolera menos.
Planta inclina para um lado
Crescimento em direção à luz; girar o vaso periodicamente e melhorar a iluminação.
Planta não floresce
Pode ser jovem, receber pouca luz ou adubo inadequado; a primeira floração ocorre em vários anos; floração é discreta e pouco frequente.
Botões caem antes de abrir
Oscilação de água, frio, calor, pragas ou mudança brusca.
Flores duram pouco
Calor intenso, sol excessivo, ar seco ou fim natural da floração.
Caule mole
Alerta para excesso de água e podridão; verificar imediatamente.
Caule escuro
Pode indicar necrose, frio ou podridão.
Raízes pretas
Provável podridão por falta de oxigênio.
Mau cheiro no substrato
Indica decomposição anaeróbia ou raízes apodrecidas.
Presença de mofo
Excesso de umidade, matéria orgânica em decomposição e pouca ventilação.
Planta caiu ou tombou
Vaso leve, raízes danificadas, crescimento desequilibrado ou tutor insuficiente.
Planta está perdendo folhas
Analisar frio, sede, encharcamento, mudança de local e pragas.
Plano de recuperação
Isolar, verificar raízes, cortar podridão, replantar em substrato adequado e estabilizar luz e temperatura.
Grau de urgência
Alto se houver tecido mole, odor ou raízes pretas; moderado em sintomas secos e estáveis.
Chance de recuperação
Boa enquanto houver tecido firme e raízes saudáveis.

Cultivo dentro de casa

Indicada para ambientes internos
Sim, desde que a necessidade de luz seja atendida.
Nível de dificuldade dentro de casa
Muito fácil se a rega for controlada
Local ideal
De 0,5 a 3 m de uma janela clara
Sala
Pode ficar em sala, desde que receba luz indireta por várias horas; tolera menos e ventilação.
Quarto
Pode ficar em quarto somente com acesso restrito, boa luz e manejo adequado.
Cozinha
Pode ficar em cozinha, desde que receba luz indireta por várias horas; tolera menos e ventilação.
Banheiro
Pode ficar em banheiro somente com acesso restrito, boa luz e manejo adequado.
Escritório
Pode ficar em escritório, desde que receba luz indireta por várias horas; tolera menos e ventilação.
Varanda fechada
Pode ficar em varanda fechada, desde que receba luz indireta por várias horas; tolera menos e ventilação.
Distância da janela
0,5 a 3 m
Necessidade de ventilação
Boa circulação de ar, sem corrente fria ou vento forte.
Tolera ar-condicionado
Tolera, sem jato direto
Tolera baixa luz
Alta tolerância, desde que haja alguma luz
Necessita de rotação do vaso
Girar um quarto de volta a cada 1 ou 2 semanas ajuda no crescimento uniforme.
Pode ficar perto de eletrônicos
Sim, sem bloquear ventilação e longe de calor direto ou água derramada.
Pode ficar em quarto de criança
Somente fora do alcance.
Suja muito o ambiente
Não; exige apenas retirada de folhas ou flores velhas.
Solta folhas, flores ou frutos
Pode soltar partes velhas de forma gradual.
Possui cheiro forte
Sem perfume marcante

Cultivo no jardim

Indicada para jardim
Boa em sombra seca e clima sem geada
Solitária ou em grupo
Pode ser usada isolada ou em grupos, conforme porte.
Forração
Não é a principal indicação como forração.
Cerca-viva
Não é indicada como cerca-viva formal.
Maciço
Pode formar maciços ornamentais em clima adequado.
Canteiro
Pode ser cultivada em canteiro com solo e luz corretos.
Jardim tropical
Muito adequada.
Jardim seco
Adequada.
Jardim de sombra
Adequada.
Jardim vertical
Não é a principal opção.
Jardim de inverno
Adequada com luz e temperatura corretas.
Jardim de pedras
Adequada.
Margem de lago
Não é indicada em solo saturado.
Espaçamento
40 a 60 cm
Combinações com outras plantas
Zâmia, palmeira-ráfis jovem e outras folhagens brilhantes
Resistência à chuva
Baixa em períodos prolongados; proteger o substrato do encharcamento.
Resistência ao vento
Evitar vento frio
Resistência à geada
Não tolera geada.
Necessidade de manutenção
Muito fácil; inspeção semanal e manejo conforme estação.

Toxicidade e segurança

Tóxica para humanos
Sim. Tóxica por oxalato de cálcio
Tóxica para cães
Sim. Tóxica por oxalato de cálcio
Tóxica para gatos
Sim. Tóxica por oxalato de cálcio
Tóxica para aves
Evitar ingestão
Tóxica para cavalos
Evitar ingestão
Parte tóxica da planta
Todas as partes
Folha
Tóxica ou irritante.
Flor
Tóxica ou irritante.
Fruto
Tóxico ou não comestível.
Semente
Não oferecer para ingestão.
Caule
Pode conter seiva tóxica ou irritante.
Seiva
Seiva irritante com oxalato
Raiz
Não destinada ao consumo; pode conter os mesmos compostos da planta.
Gravidade da toxicidade
Moderada
Sintomas de contato
Irritação de pele e olhos em pessoas sensíveis
Sintomas de ingestão
Ardor oral, salivação e desconforto gastrointestinal
Irrita a pele
Pode irritar; usar luvas.
Irrita os olhos
A seiva pode irritar; enxaguar imediatamente.
Possui espinhos
Não possui espinhos.
Pode causar alergia
Pode irritar
Segura para crianças
Não; manter fora do alcance.
Segura para pets
Não; manter fora do alcance.
Cuidados no manuseio
Usar luvas em poda, lavar mãos e manter partes cortadas longe de crianças e animais.

Uso alimentar

Planta comestível
Não é planta alimentícia e não deve ser ingerida.
Partes comestíveis
Nenhuma parte é recomendada para consumo.
Forma de consumo
Não se aplica.
Crua ou cozida
Não consumir.
Necessita de preparo específico
Não se aplica; não consumir.
Possui partes tóxicas
Tóxica por oxalato de cálcio
Sabor
Não provar.
Aroma
Sem perfume marcante
Uso culinário
Não possui uso culinário doméstico seguro.
Valor nutricional geral
Não se aplica ao cultivo ornamental.
Restrições de consumo
Não ingerir sem identificação botânica e fonte alimentar confiável.
Quantidade segura
Não há quantidade doméstica segura estabelecida.
Não confundir com espécies tóxicas
Confirmar o nome científico antes de qualquer uso; nomes populares podem se repetir.

Uso medicinal e tradicional

Uso tradicional
Não recomendada para uso medicinal doméstico
Parte utilizada
Não recomendar nenhuma parte para automedicação.
Forma de preparo
Não preparar remédios caseiros sem orientação profissional.
Chá
Não recomendado.
Infusão
Não recomendada.
Decocção
Não recomendada.
Uso tópico
Não recomendado sem avaliação de segurança.
Compostos conhecidos
Tóxica por oxalato de cálcio
Evidência científica disponível
Limitada ou insuficiente para recomendar uso doméstico seguro.
Benefícios estudados
Dados botânicos ou farmacológicos não equivalem a eficácia clínica comprovada.
Riscos
Ardor oral, salivação e desconforto gastrointestinal
Contraindicações
Evitar em crianças, gestantes, lactantes, pets e pessoas sensíveis sem orientação médica.
Interações com medicamentos
Não estão adequadamente estabelecidas; não combinar por conta própria.
Uso durante gravidez
Não recomendado.
Uso durante amamentação
Não recomendado.
Uso infantil
Não recomendado.
Alerta de que não substitui tratamento médico
Não substitui diagnóstico, tratamento ou acompanhamento profissional.

Perfume e características

Possui perfume
Sem perfume marcante
Parte perfumada
Flores, quando apresentam aroma.
Tipo de aroma
Discreto
Intensidade
Baixo
Horário em que exala mais perfume
Pode variar; flores noturnas tendem a intensificar o aroma no fim do dia.
Perfume durante a floração
Discreto
Aroma das folhas quando amassadas
Não é recomendado amassar folhas para testar aroma.
Pode causar incômodo em ambiente fechado
Baixo na maioria dos casos; pessoas sensíveis devem observar reações.
Atrai insetos por causa do aroma
Pequenos insetos no habitat

Relação com a natureza

Atrai abelhas
Pode atrair quando floresce ao ar livre.
Atrai borboletas
Pode atrair ocasionalmente, dependendo das flores e região.
Atrai beija-flores
Não é uma das principais plantas para beija-flores.
Atrai pássaros
Pode oferecer abrigo; frutos raros podem atrair fauna.
Atrai morcegos
Não é uma atração principal.
Atrai insetos benéficos
Pequenos insetos no habitat
Planta hospedeira de lagartas
Não é amplamente conhecida como hospedeira principal.
Oferece alimento para animais
Baixa relevância em interiores
Oferece abrigo
Folhagem pode oferecer abrigo a pequenos animais em jardins.
Ajuda na biodiversidade
Pode contribuir em jardins diversificados, preferindo espécies nativas locais.
Pode prejudicar espécies nativas
Baixo em cultivo doméstico
Polinização pelo vento
Não é o principal mecanismo.
Polinização por animais
Necessária apenas para sementes

Dificuldade de cultivo

Muito fácil
Sim, o nível pode ser considerado muito fácil.
Fácil
Sim, o nível pode ser considerado fácil.
Intermediária
Não é classificada principalmente como intermediária.
Difícil
Não é classificada principalmente como difícil.
Especialista
Não é classificada principalmente como especialista.
Tolerância a erros
Alta.
Necessidade de atenção
Baixa.
Frequência de manutenção
Inspeção semanal e cuidados conforme secagem e crescimento.
Indicada para iniciantes
Sim.
Principal erro de quem cultiva
Regar antes de o substrato secar
Principal segredo para ter sucesso
Pouca água, vaso pequeno e muita drenagem
Tempo semanal aproximado de cuidado
Menos de 10 minutos por semana

Calendário de cuidados

Rega
Ano todo conforme secagem; aumentar no calor ativo e reduzir no frio.
Adubação
Período quente; suspender ou reduzir no período frio.
Poda
Qualquer época, preferindo calor
Plantio
Primavera
Replantio
Primavera
Propagação
Primavera
Floração
Primavera ou verão, de forma irregular
Frutificação
Rara e pouco observada em cultivo
Dormência
Pode entrar em repouso relativo sob seca ou frio
Proteção contra frio
Proteger quando a temperatura se aproximar de 15 °C.
Proteção contra calor
Boa tolerância ao calor sem sol escaldante
Controle de pragas
Inspeção semanal durante todo o ano, intensificando no calor e tempo seco.
Mudança de local
Fazer gradualmente, preferindo primavera ou período de temperatura estável.

Pode ou não pode?

Pode ficar no sol?
Somente suave e gradual
Pode ficar na sombra?
Tolera bem, mas cresce muito devagar
Pode ficar dentro de casa?
Sim, se receber a luz necessária.
Pode ficar no quarto?
Sim, mas fora do alcance.
Pode ficar no banheiro?
Só se houver muita luz e ventilação
Pode ficar na varanda?
Sim, desde que luz, chuva, vento e frio estejam dentro da tolerância.
Pode pegar chuva?
Sim, quando o substrato drena rápido e não permanece saturado.
Pode pegar vento?
Evitar vento frio
Pode receber borrifação?
Não recomendada como rotina
Pode usar prato embaixo?
Sim para proteger a superfície, mas deve permanecer vazio.
Pode ficar perto de pets?
Não, mantenha fora do alcance.
Pode ser cultivada em água?
Pode enraizar em água.
Pode ser cultivada em vaso?
Sim.
Pode ser plantada no chão?
Sim, se o clima, luz e solo forem adequados.
Pode podar?
Somente limpeza
Pode cortar raízes?
Apenas partes podres, com ferramenta limpa
Pode usar borra de café?
Não diretamente; pode compactar e acidificar de forma imprevisível.
Pode usar casca de ovo?
Não como correção imediata; compostada e triturada tem efeito lento e incerto.
Pode usar adubo químico?
Sim, em dose adequada e com substrato úmido.

Cuidados rápidos

Luz ideal
Luz indireta por várias horas; tolera menos
Rega
Regar somente quando o substrato estiver quase totalmente seco
Umidade
35% a 60%
Temperatura
18 °C a 30 °C
Substrato
40% substrato orgânico, 30% perlita ou pedra-pomes, 20% areia grossa e 10% carvão
Adubação
A cada 60 a 90 dias na primavera e verão
Dificuldade
Muito fácil
Toxicidade
Tóxica por oxalato de cálcio
Tamanho adulto
30 cm a 100 cm, conforme ambiente.
Crescimento
Lento
Floração
Primavera ou verão, de forma irregular
Ambiente ideal
De 0,5 a 3 m de uma janela clara

Erros comuns

Regar por calendário
Erro: a rega deve seguir a secagem real do substrato.
Usar vaso sem furos
Erro grave: aumenta muito o risco de podridão.
Deixar água no prato
Erro: esvaziar após cada rega.
Colocar diretamente no sol
Erro quando não há adaptação; aumentar a exposição gradualmente.
Cultivar em local escuro
Erro: tolerar pouca luz não significa viver sem luz.
Borrifar uma planta que não gosta
Observar a espécie; para Zamioculca, não recomendada como rotina.
Usar substrato compacto
Erro: usar 40% substrato orgânico, 30% perlita ou pedra-pomes, 20% areia grossa e 10% carvão.
Adubar planta doente
Erro: primeiro corrigir raízes, água, luz e pragas.
Trocar de vaso com frequência
Erro: replantar apenas quando necessário.
Usar vaso muito grande
Alto risco de apodrecimento
Não observar pragas
Erro: examinar folhas, axilas e substrato semanalmente.
Confundir dormência com morte
Atenção: pode entrar em repouso relativo sob seca ou frio.

Curiosidades

Significado do nome científico
O nome compara a folhagem à do gênero Zamia.
História da descoberta
A espécie foi descrita cientificamente e hoje é aceita como Zamioculcas zamiifolia (G.Lodd.) Engl..
Significado cultural
É valorizada como ornamental e pode ter significados populares que variam por região.
Simbolismo
O simbolismo depende da cultura e não representa uma propriedade botânica.
Uso religioso ou tradicional
Existem usos culturais locais; eles não comprovam segurança medicinal ou alimentar.
Recordes de tamanho
No habitat ou no solo pode atingir 100 cm.
Comportamentos curiosos
Apresenta crescimento vertical em touceira e adaptações ao seu habitat natural.
Mudanças ao longo do dia
Folhas e flores podem alterar posição conforme luz, temperatura e água.
Origem do nome popular
O nome “Zamioculca” surgiu pela aparência ou pelo uso cultural e pode variar regionalmente.
Variedades famosas
Existem cultivares selecionadas por cor, porte, folhagem ou floração.
Curiosidades sobre flores, folhas ou frutos
Inflorescência pequena próxima à base e folíolos elípticos sobre pecíolo carnoso são características marcantes.

Plantas parecidas

Parecida com quais plantas
Zâmia, palmeira-ráfis jovem e outras folhagens brilhantes
Como diferenciar de espécies semelhantes
Confirmar folíolos elípticos sobre pecíolo carnoso, hábito vertical em touceira, raízes e inflorescência.
Planta frequentemente confundida
Zâmia, palmeira-ráfis jovem e outras folhagens brilhantes
Diferença entre variedades
Variedades podem mudar cor, tamanho, forma da folha e intensidade de crescimento.
Qual variedade cresce mais
Cultivares verdes e vigorosos costumam crescer mais que formas muito variegadas.
Qual floresce mais
Depende da cultivar, maturidade, luz, temperatura e adubação equilibrada.
Qual é mais resistente
Formas verdes geralmente toleram melhor variações que cultivares muito variegadas.
Qual é mais adequada para interiores
Cultivares compactas e adaptadas à luz indireta são mais práticas.

Dados e confiabilidade

Data da última atualização
31 de julho de 2026
Fonte das informações
Kew Plants of the World Online; floras africanas; literatura de cultivo de plantas de interior
Autor ou revisor
Conteúdo técnico estruturado para o Super Guia das Plantas; recomenda-se revisão botânica antes da publicação em massa.
Nível de confiança da informação
Alta para taxonomia e origem; alta para manejo básico
Informações baseadas em experiência prática
Frequências de rega, adubação e manutenção são referências práticas e devem ser ajustadas ao ambiente.
Informações baseadas em literatura científica
Taxonomia, distribuição nativa e hábito foram priorizados a partir de bases botânicas.
Nome científico aceito atualmente
Zamioculcas zamiifolia (G.Lodd.) Engl.
Sinônimos botânicos
Caladium zamiifolium G.Lodd. | Zamioculcas loddigesii Schott
Identificador em base botânica
Urn:lsid:ipni.org:names:89402-1
Região usada como referência para os cuidados
Brasil, com atenção especial a cultivo doméstico e diferenças entre regiões.
Observação de que o cultivo muda conforme o clima
Rega, luz, crescimento e floração variam com temperatura, umidade, estação, vaso e microclima.